Somos todos iguais, cada vez me convenço mais disso. Nada em nós ou no nosso comportamento conseguirá ser minimamente original. Talvez um pé na
areia inexplorada... Todos olhamos para dentro com uma visão optimista que redundará no pouco ou no nada. Também nós vamos fracassar. Como não poderíamos fracassar, ainda que bem sucedidos, quando a míriade de possibilidades que se desenrolam à nossa frente desde o dia do nosso nascimento é irreal? Apenas podemos tentar e, mais que não seja, imaginar que, num belo poema, nós não somos aqueles que chamam os outros para um caminho mais fácil e confortável, mas sim o outro que, apesar das dúvidas relativas ao seu destino, tem a certeza que não vai por lá, pelo caminho mais fácil por onde o chamam.
E é assim que, num dia de estranha e inexplicável melancolia, recordo o MEU poema:
8 comentários:
Pura e simplesmente amo este poema.
Obrigada por mo lembrares.
B3ijos
De nada. Obrigado também por passares aqui. Para além de ser um dos meus preferidos, este poema é, de facto e sem exageros, uma obra-prima.
Beijos.
Adorei o poema=)
Gostei do post...
beijO*
fdx! vi ontem pela primeira vez o vídeo que puseste na barra lateral sobre este texto e pensei em postá-lo... e não digo mais nada :|
Agradeço os elogios, Por entre o luar. Agradeço MUITO, em nome do José Régio... e APENAS agradeço, em meu nome.
Acho que este poema passa pela cabeça de muita gente, Ipsis... e ontem não foi excepção. Eu também estava para publicá-lo quando o vi, em forma apenas escrita no Puukinha.blogspot.com, mas eu avancei com a publicação, até porque, precisamente por estar na barra de vídeos especiais desde que essa mesma barra existe, já andava há algum tempo para fazê-lo.
Foi uma telepatia colectiva no inicio do ano.Quererá isto dizer alguma coisa?
É reflexo da crise, só pode.
(não tens colocado etiquetas. faz lá isso, nestes últimos 2 posts teus :)
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