01/02/2011

Linguagem, por Stephen Fry (Kinetic Typography)

12 comentários:

ipsis verbis disse...

Giro.

pinguim disse...

Maravilhosa a forma como é usada a linguagem: escrita, apresentada num belíssimo grafismo e sobretudo dita de uma forma magnífica por esse Senhor da cena e do cinema inglês, que é Stephen Fry; curiosamente cita Óscar Wilde, personalidade que ele próprio representou com brilhantismo no filme do mesmo nome, sobre a vida do famoso dramaturgo e escritor.

Brown Eyes disse...

Mais uma descoberta maravilhosa que fizeste. Beijinhos

meldevespas disse...

Espectacular! Tenho pena de não ter capacidade para absorver todos os momentos de ironia que por ali estão espressos, ou de ter mais conhecimentos de inglês para compreender os trocadilhos. Mas ainda assim, o grafismo, a voz (de babar) e a ideia são fantásticos.

Johnny disse...

Ipsis, Só giro?

Pinguim, eu lembro-me mais dele do Blackadder!

Mary, that's what i like to ear :)

Mel, a culpa não é minha, nem tua. Podia haver em Portugal gente do teatro ou qualquer outra pessoa a fazer estas coisas interessantes que populam a net.

ipsis verbis disse...

Johnny, foi mais a maneira como o "giro" foi sentido que a palavra em si. Mesmo que só uma palavra.

Moyle disse...

a consonância entre texto e imagem foram muito bem orquestrados. com a linguagem constróis o que quiseres, ainda que seja apenas a linguagem (palavra). o que vai de encontro ao espírito do conteúdo textual. very nice :)

Johnny disse...

Ipsis, ok, ok.

Moyle, very nice indeed.

Juana disse...

porque será que o inglês é a língua mais falada em todo o mundo? Porque é simples, despretensiosa e tão mas tão fácil de aprender... ao contrário do nosso português! veja-se, em todo o vídeo só encontramos apóstrofos, nem um único acento, ao contrário do português. nem o novo acordo ortográfico ajuda nesse sentido, só complica. Well done.

Johnny disse...

A 'complexificação' inerente da língua não é tão preocupante quanto a 'complexificação' dos seus autores. Acho até que a riqueza da língua portuguesa, sendo a que exige mais capacidades fonéticas aos falantes, ganha com essa riqueza, mas tudo se perde quando se criticam escritores que não seguem determinados padrões ou bloggers ou quem quer que seja, impedindo-os, muitas vezes, de seguir os seus sonhos. Quem gosta deve escrever, mesmo que mal, com gralhas, erros, etc... e quem gosta do que está escrito lê, quem não gosta.... muda.

Fê-blue bird disse...

Muito interessante e bem conseguido,
revela muito talento e imaginação.
A força das palavras!

Beijinhos

Johnny disse...

Sim, Fê, assim parece que ainda ganha mais força.