13/09/2008

Apparat - You Don't Know Me

Sabedoria

"Yesterday is history, tomorrow is a mystery, but today is a gift. That is why it is called the present."

"Ontem é história, amanhã é um mistério, mas hoje é uma dádiva. É por isso que se chama presente."

(Oogway - Kung Fu Panda)

09/09/2008

Entendermos as coisas por nós próprios

"Time passes. That is all. Make sense who may. I switch off."

Samuel Becket in What Where

Roger Federer - Fed Express

Há quem diga que já deu o que tinha a dar, que este ano, o de 2008, foi o ano da sucessão. Mas vejamos bem o que se passou: No princípio do ano, Roger Federer, vítima de uma doença infecciosa desgastante, conseguiu chegar às meias-finais do Open da Austrália, perdendo com o que seria o vencedor do torneio (Novak Djokovic). Depois, ao longo do ano, entre derrotas e vitórias, como a do Estoril Open, que apareceram durante o período de restabelecimento da doença, Federer chegou à final de Roland Garros, que perdeu frente a Rafael Nadal, de Wimbledon, que perdeu também para Nadal, ganhou uma medalha de ouro em pares (com Stanislas Wawrinka) nos Jogos Olímpicos e, hoje, venceu de forma categórica o Open dos Estados Unidos frente a Andy Murray. No balanço, uma vitória num torneio do Grand Slam, uma medalha de ouro nos Jogos Olímpicos, duas finais em torneios de grand Slam, mais uma meia-final num torneio do Grand Slam, entre vitórias em torneios de menor envergadura ao longo do ano. Nada mau para quem está em declínio. Roger Federer é o maior e será o maior durante muito tempo. Em portugal reconhecemos isto, não só pela capacidade que temos de apreciar o desporto mundial, mas porque também não gostamos muito dos espanhóis (complexo anti-colonialista). Rafael Nadal é uma força da natureza e um excepcional tenista, mas não chega perto da genialidade do ténis completo de Federer. Djokovic é um bom jogador e também é engraçado, fazendo as suas imitações e patetices, mas está longe de conseguir competir com Federer. Federer até pode ser ultrapassado… eventualmente, mas ficará para sempre como o melhor. Entretanto, ainda há muito Federer para ver, muitos troféus para ganhar e muitos recordes para bater, principalmente o dos 14 Grand Slams de Pete Sampras e a vitória em Roland Garros que teima em fugir-lhe. Com a vitória de ouro nos jogos olímpicos, Federer ganhou uma confiança renovada, um prazer pelo desporto que já não sentia há muito e que só agora, com o advento do furacão Nadal e a perda do número 1, parece reconquistar. No futuro que já começou com esta vitória, resta-nos apreciar a dança, o bailado com que se move no court, a eficácia da esquerda a duas mãos, a força da direita, a inteligência da sua táctica e a classe com que mistura tudo num jogo de ténis.

Algumas jogadas fantásticas de Federer
:


Allez Roger.

04/09/2008

Play the blues

"Am I buggin' you? I don't mean to bug ya. Ok Edge, play the blues."

Bono in Silver and Gold (Rattle and Hum)

02/09/2008

Morreu o gajo das voz dos trailers

Donald LaFontaine (August 26, 1940 – September 1, 2008) was an American voice actor famous for recording over 5,000 movie trailers, television commercials, network promotions, and video game trailers. His signature voice was perceived as being both ominous and sonorous. Due to the sheer volume of trailer voiceovers LaFontaine recorded, he became identified with the phrase "in a world...", which has been used in movie trailers so frequently that it has become a cliché. He also parodied this cliché several times, more recently in a commercial for GEICO insurance.

LaFontaine stated that his favorite work in a movie trailer was for the hit biographical film The Elephant Man.


In Wikipedia


P.S. - Já tínhamos mostrado algum do talento deste senhor aqui

P.S. 2 - O site dele é http://www.donlafontaine.com/



É justo lembrar a imagem de um homem que ficou conhecido pela sua voz.

Anúncio da Happydent (Índia)



Mostrado pela Rita. Obrigado à Rita. Viva a Rita.

01/09/2008

Etta James - A Sunday Kind Of Love



Portugal

Miguel Esteves Cardoso também é o Portugal de que fala, um país condensado nas pessoas, nas atitudes e nos trejeitos, com defeitos e virtudes, um país que não se percebe a si mesmo, mas que tem a capacidade de olhar para o seu umbigo... no fundo, sem miserabilismos nem transcendências, um país como os outros, genial nas suas contradições, mas um país especial nas suas idiossincrasias! Ver o vídeo aqui