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22/08/2014

What we've got here is failure to communicate


E de repente os moderados é que são os maus da fita.
Obrigam-me a escolher um lado num conflito onde não há inocentes, onde não há leituras simplistas a fazer. Escolher lados numa questão que é marcadamente religiosa é aprofundar diferenças e entrar em modo tribal de "nós contra vós", modelo que, como se vai vendo, não consegue mais do que incendiar os ânimos favorecendo o surgimento de actos de violência de ambos os lados.
Parece-me honesto dizer que mais facilmente escolheria Israel. Somos obrigados a escolher um Estado democrático em desfavor de um Estado terrorista, que é o que a faixa de Gaza, com o Hamas ao leme, é. Escolhidos pelo povo ou não - 44,45% dos votos -, os terroristas mandam em Gaza e, mandando, determinam a política anti-israelita (eufemismo para política de destruição do Estado de Israel) acima de todos os outros interesses, incluindo os seus próprios e os da população, ou seja, mais do que um Estado Palestino, o Hamas quer o fim do Estado Israelita e isso nota-se na forma como gere a Coisa Pública. Na realidade, todo ou quase todo o dinheiro que Gaza recebe - até mesmo o que o Ronaldo enviou para a construção de escolas e hospitais - é invariavelmente desviado para a máquina de guerra terrorista, seja na forma dos famosos túneis ou das armas que recebem (via esses mesmos túneis) e pouco ou nenhum dinheiro é utilizado na organização social, política e jurídica do país. Ao contrário, Israel é um país democrático, uma república parlamentar no médio oriente (!?), considerado pelas organizações mundiais como um país desenvolvido. Seria importante que os humanistas de algibeira  que tanto criticam Israel retivessem isto. Israel tem o direito de se defender e é isso que tem feito (e bem) ao longo de muito tempo, mostrando uma maior preocupação com os interesses dos seus cidadãos. Há, portanto, uma diferença moral inegável entre os dois lados. E é precisamente aqui que começam a surgir as dúvidas em relação ao comportamento de Israel, pois se há essa diferença moral relevante, Israel não se pode dar ao luxo de fazer aos palestinianos o mesmo que critica no Hamas. É certo que o Hamas usa a população como escudo e arma, que provoca o conflito, deturpa as informações, a comunicação e as imagens e que depois recorre à vitimização, apelando à misericórdia internacional, mas também é verdade que o povo palestino tem legítimas aspirações, aspirações essas consagradas nas mesmas resoluções que originaram a criação do Estado de Israel, aspirações que vão desde o desbloqueio de Gaza e desocupação da Cisjordânia ao acesso a recursos essenciais. E Israel não pode esquecer isto quando bombardeia  pouco discriminadamente Gaza porque isso faz com que perca a opinião pública internacional que tende a imortalizar os atentados contra inocentes e não pode também e sobretudo porque não funciona. Sublinhe-se esta última parte. Poderá até funcionar a curto prazo e brevemente, perante o esmagamento quase total do Hamas e de Gaza, mas nunca funcionará a longo prazo e bastará que passem uns meses para os ataques recomeçarem, no mesmo formato ou noutro, num ciclo de vingança pelos mortos do conflito anterior que se repete ad eternum. Exige-se a Israel e aos indefectíveis do seu lado que assumam isso, que assumam que há inocentes genuínos para além das mulheres e crianças com armas, que há palestinianos de Gaza que não apoiam o Hamas nem o terrorismo e que só querem viver em paz e que assumam que acreditam tanto nisso como acreditam que do seu lado há Judeus extremistas que constroem colonatos como estratégia de anexação na Cisjordânia. E assumindo isso é mais fácil ver que a solução passa pela pela negociação quase burocrata das questões que os separam. Claro que não é fácil. Por um lado, os muçulmanos moderados não abundam e a sua doutrina de conquista e expansão não facilita um entendimento, mas basta olhar para a história das religiões para vermos que também o judaísmo evoluiu da ortodoxia para uma vertente mais cultural ou espiritual, se quisermos. Só assim virá a desmilitarização de gaza, o fim do Hamas e a co-habitação, tal como sucedeu com os egípcios e os jordanos, porque, convenhamos, ambos os povos derramaram demasiado sangue para abdicarem daquela terra e, independentemente da racionalização possível sobre quem chegou primeiro ou quem tem mais direitos para lá estar, a terra pertence-lhes.
Por tudo isto e muito mais, talvez não seja preciso escolher um lado. A paz não é uma ponte que se percorre de um lado para o outro mas sim uma ponte que se constrói. De facto, se olharmos para o que está em causa e se formos democratas, não ligarmos às tretas religiosas e se apoiarmos uma solução de dois estados, formos contra o Hamas, contra os colonatos e a ocupação, então, até podemos ser dos dois lados.

Guns N' Roses - Civil War

13/02/2012

Uma grande anedota

- "I have one joke about God. I'd like to try it on you."
- "Go for it!"
 - "OK. So a guy commits suicide. And he goes to heaven, ok? And he gets to heaven. And God greets him there, and the guy said, «I'm so surprised I'm here. First of all, I thought there was no God. Second of all, I thought if you killed yourself, you know, you were damned forever.» God said, «You know, that's a complicated issue. Everybody at least thinks about ending it, you know, killing themselves at some point.» And God says, «Even I've thought of it.» The guy said, «Can I ask, why didn't you do it?» And God said, «What if this is all there is?»


No vídeo (que vale a pena ver na íntegra) a anedota começa ao minuto 5:10.

24/12/2010

E agora, nesta quadra festiva, uma mensagem de Ricky Gervais sobre Deus, religião, fé... e voar.

"Why don’t you believe in God?" I get that question all the time. I always try to give a sensitive, reasoned answer. This is usually awkward, time consuming and pointless. People who believe in God don’t need proof of his existence, and they certainly don’t want evidence to the contrary. They are happy with their belief. They even say things like “it’s true to me” and “it’s faith.” I still give my logical answer because I feel that not being honest would be patronizing and impolite. It is ironic therefore that “I don’t believe in God because there is absolutely no scientific evidence for his existence and from what I’ve heard the very definition is a logical impossibility in this known universe,” comes across as both patronizing and impolite.

Arrogance is another accusation. Which seems particularly unfair. Science seeks the truth. And it does not discriminate. For better or worse it finds things out. Science is humble. It knows what it knows and it knows what it doesn’t know. It bases its conclusions and beliefs on hard evidence ­- evidence that is constantly updated and upgraded. It doesn’t get offended when new facts come along. It embraces the body of knowledge. It doesn’t hold on to medieval practices because they are tradition. If it did, you wouldn’t get a shot of penicillin, you’d pop a leach down your trousers and pray. Whatever you “believe,” this is not as effective as medicine. Again you can say, “It works for me,” but so do placebos. My point being, I’m saying God doesn’t exist. I’m not saying faith doesn’t exist. I know faith exists. I see it all the time. But believing in something doesn’t make it true. Hoping that something is true doesn’t make it true. The existence of God is not subjective. He either exists or he doesn’t. It’s not a matter of opinion. You can have your own opinions. But you can’t have your own facts.

Why don’t I believe in God? No, no no, why do YOU believe in God? Surely the burden of proof is on the believer. You started all this. If I came up to you and said, “Why don’t you believe I can fly?” You’d say, “Why would I?” I’d reply, “Because it’s a matter of faith.” If I then said, “Prove I can’t fly. Prove I can’t fly see, see, you can’t prove it can you?” You’d probably either walk away, call security or throw me out of the window and shout, ‘’F—ing fly then you lunatic.”

This, is of course a spirituality issue, religion is a different matter. As an atheist, I see nothing “wrong” in believing in a god. I don’t think there is a god, but belief in him does no harm. If it helps you in any way, then that’s fine with me. It’s when belief starts infringing on other people’s rights when it worries me. I would never deny your right to believe in a god. I would just rather you didn’t kill people who believe in a different god, say. Or stone someone to death because your rulebook says their sexuality is immoral. It’s strange that anyone who believes that an all-powerful all-knowing, omniscient power responsible for everything that happens, would also want to judge and punish people for what they are. From what I can gather, pretty much the worst type of person you can be is an atheist. The first four commandments hammer this point home. There is a god, I’m him, no one else is, you’re not as good and don’t forget it. (Don’t murder anyone, doesn’t get a mention till number 6.)

When confronted with anyone who holds my lack of religious faith in such contempt, I say, “It’s the way God made me.”

But what are atheists really being accused of?

The dictionary definition of God is “a supernatural creator and overseer of the universe.” Included in this definition are all deities, goddesses and supernatural beings. Since the beginning of recorded history, which is defined by the invention of writing by the Sumerians around 6,000 years ago, historians have cataloged over 3700 supernatural beings, of which 2870 can be considered deities.

So next time someone tells me they believe in God, I’ll say “Oh which one? Zeus? Hades? Jupiter? Mars? Odin? Thor? Krishna? Vishnu? Ra?…” If they say “Just God. I only believe in the one God,” I’ll point out that they are nearly as atheistic as me. I don’t believe in 2,870 gods, and they don’t believe in 2,869.

I used to believe in God. The Christian one that is.

I loved Jesus. He was my hero. More than pop stars. More than footballers. More than God. God was by definition omnipotent and perfect. Jesus was a man. He had to work at it. He had temptation but defeated sin. He had integrity and courage. But He was my hero because He was kind. And He was kind to everyone. He didn’t bow to peer pressure or tyranny or cruelty. He didn’t care who you were. He loved you. What a guy. I wanted to be just like Him.

One day when I was about 8 years old, I was drawing the crucifixion as part of my Bible studies homework. I loved art too. And nature. I loved how God made all the animals. They were also perfect. Unconditionally beautiful. It was an amazing world.

I lived in a very poor, working-class estate in an urban sprawl called Reading, about 40 miles west of London. My father was a laborer and my mother was a housewife. I was never ashamed of poverty. It was almost noble. Also, everyone I knew was in the same situation, and I had everything I needed. School was free. My clothes were cheap and always clean and ironed. And mum was always cooking. She was cooking the day I was drawing on the cross.

I was sitting at the kitchen table when my brother came home. He was 11 years older than me, so he would have been 19. He was as smart as anyone I knew, but he was too cheeky. He would answer back and get into trouble. I was a good boy. I went to church and believed in God -– what a relief for a working-class mother. You see, growing up where I did, mums didn’t hope as high as their kids growing up to be doctors; they just hoped their kids didn’t go to jail. So bring them up believing in God and they’ll be good and law abiding. It’s a perfect system. Well, nearly. 75 percent of Americans are God-fearing Christians; 75 percent of prisoners are God-fearing Christians. 10 percent of Americans are atheists; 0.2 percent of prisoners are atheists.But anyway, there I was happily drawing my hero when my big brother Bob asked, “Why do you believe in God?” Just a simple question. But my mum panicked. “Bob,” she said in a tone that I knew meant, “Shut up.” Why was that a bad thing to ask? If there was a God and my faith was strong it didn’t matter what people said.
Oh…hang on. There is no God. He knows it, and she knows it deep down. It was as simple as that. I started thinking about it and asking more questions, and within an hour, I was an atheist.

Wow. No God. If mum had lied to me about God, had she also lied to me about Santa? Yes, of course, but who cares? The gifts kept coming. And so did the gifts of my new found atheism. The gifts of truth, science, nature. The real beauty of this world. I learned of evolution -– a theory so simple that only England’s greatest genius could have come up with it. Evolution of plants, animals and us –- with imagination, free will, love, humor. I no longer needed a reason for my existence, just a reason to live. And imagination, free will, love, humor, fun, music, sports, beer and pizza are all good enough reasons for living.

But living an honest life – for that you need the truth. That’s the other thing I learned that day, that the truth, however shocking or uncomfortable, in the end leads to liberation and dignity.

So what does the question “Why don’t you believe in God?” really mean. I think when someone asks that they are really questioning their own belief. In a way they are asking “what makes you so special? “How come you weren’t brainwashed with the rest of us?” “How dare you say I’m a fool and I’m not going to heaven, f— you!” Let’s be honest, if one person believed in God he would be considered pretty strange. But because it’s a very popular view it’s accepted. And why is it such a popular view? That’s obvious. It’s an attractive proposition. Believe in me and live forever. Again if it was just a case of spirituality this would be fine.

“Do unto others…” is a good rule of thumb. I live by that. Forgiveness is probably the greatest virtue there is. But that's exactly what it is - a virtue. Not just a a Christian virtue. No one owns being good. I’m good. I just don’t believe I’ll be rewarded for it in heaven. My reward is here and now. It’s knowing that I try to do the right thing. That I lived a good life. And that’s where spirituality really lost its way. When it became a stick to beat people with. “Do this or you’ll burn in hell.”

You won’t burn in hell. But be nice anyway.

(Ricky Gervais)


Retirado daqui, visto aqui.

25/05/2010

Ergonomia espiritual e a dúvida persistente da negação de milagres a pernetas, manetas e afins

A religião não me conforta. Penso que o único objectivo da religião será esse, o de confortar as pessoas, de fazê-las pensar que há um sentido, algo maior que justifique tudo, principalmente o sofrimento da vida e o fim da mesma. O ser-humano é o único animal com consciência da própria morte e esta realidade pode ser avassaladora. Terá sido assim nos primórdios da humanidade, continua a sê-lo. Não se pode dizer que a religião tenha sido criada a partir dessa constatação fatalista, mas emanou certamente daí, florescendo juntamente com outras armas - o ser-humano também é o único animal com a capacidade de rir. Mas a religião não me conforta. E isso (não) acontece essencialmente porque tenho dificuldades em aceitar a maior parte das premissas em que se baseia. Nada na religião é racional e esse facto é-nos apresentado, paradoxalmente, como o seu maior fundamento, isto é, a noção de que tudo o que não se explica pela ciência é maior do que nós, é metafísico e da ordem do religioso. Tem sido assim ao longo dos tempos. Porém, o espaço que antes pertencia à religião tem vindo a diminuir na forma proporcionalmente inversa ao espaço que a ciência tem vindo a conquistar. O que era da ordem da religião há cem anos passou rapidamente para a ordem da ciência. Haverá sempre algo por explicar, mesmo admitindo que muito se descubra e se avance no domínio da ciência e é esse pouco que possibilitará para sempre a religião. Não vejo inconveniente nenhum nisso. Como disse e repeti, a religião não me conforta, mas admito que conforte e sirva de base para a felicidade de muita gente. E esse mérito ninguém lho pode negar. Admito-o e verifico-o nas várias religiões ou modalidades espirituais que populam o mundo, uma forma de utilitarismo social que é importantíssimo na estruturação psicológica dos indivíduos e das sociedades que eles formam. Sem esperança reinaria o caos. A religião será assim um dos vários faróis que as pessoas podem (precisam!) seguir.
Provavelmente não existirá Deus (em qualquer uma das suas formas), nem vida depois da morte, nem reencarnação, o mais certo é que a vida seja só isto, até porque qualquer construção que se possa fazer do que virá redundará em incongruências e em impossibilidades teóricas e práticas que transformariam qualquer noção de paraíso, por exemplo, num verdadeiro inferno. Basta conjecturarem um pouco na seguinte pergunta: Porquê? E depois formularem hipóteses, tomando em consideração para cada uma delas as respectivas consequências.
Por exemplo: Deus existe? Mas como é que ele apareceu? Existe desde sempre? Mas porque é que nós só aparecemos há tão pouco tempo na terra? E o nosso Deus é o mesmo Deus que existia naqueles milhões de anos em que os Dinossauros governaram a terra? Há um Deus para os dinossauros? É o mesmo Deus que o nosso? Há Dinossauros no Céu? Há um céu? Está lá toda a gente de que eu gosto? E se algumas pessoas de quem eu gosto não gostam de mim, essas também estarão lá? E isso será um céu para elas? E depois vamos estar lá para sempre, a fazer o quê? Será que é para isso que servem as virgens do Islamismo? Mas porque é que o ideal de céu terá de ter virgens? E para quem não gosta de virgens? Ou será que vou reencarnar? Mas reencarno e não me lembro de nada? Para quê? Porquê?
Não adianta pensar muito...
A verdade é que o ateísmo crescente também não tem feito muito para mim. Digo ateísmo crescente, porque – para além de não gostar nem acreditar em fundamentalismos –, tal como na questão da ciência, não acredito que possa ter todas as respostas. É crescente, mas nunca será total. Aprecio a inteligência na capacidade de ter dúvidas. Dizia-me uma amiga que a avó dela, quando ela lhe perguntou o que pensava sobre a morte e o que viria depois, respondeu que não adiantava pensar muito nisso porque “o céu será algo tão soberbo e assombroso que a nossa consciência limitada não conseguirá nunca abranger a sua definição”. E de certa forma esta ideia conforta-me, deixando algum espaço para a dúvida florescer.
Sabemos então apenas uma coisa: que vamos morrer e mesmo que exista um Deus e um céu e a reencarnação ou  mesmo que apenas restem, como um amigo me dizia, algumas reacções químicas que provoquem a estimulação de certas ligações neurais que possam dar-nos uma sensação de eternidade, baseada em memórias da nossa vida, e até mesmo que não aconteça nada e desapareçamos juntamente com a consciência da nossa existência para todo o sempre, não há nada a fazer para além de viver.

(João Freire)



Dave Matthews - Save Me

28/12/2007

Falun Gong

Falun Dafa, também conhecido como Falun Gong (法輪功), é uma prática avançada de cultivo de mente e corpo, composta de cinco exercícios de qigong (chi kung), sendo quatro em pé e um sentado em meditação.
Praticantes desenvolvem fortes valores morais e buscam se assimilar à natureza do Universo através da aplicação dos princípios verdade, benevolência e tolerância (Zhen-Shan-Ren) em suas vidas.
Tornado público pela primeira vez em 1992, na China, pelo mestre Li Hongzhi, Falun Dafa popularizou-se rapidamente (...) Sem adotar formas religiosas, como rituais, adorações, hierarquia e preceitos, a classificação do Falun Dafa se torna difícil nas culturas ocidentais, pois apesar de o objetivo final dos praticantes de Falun dafa ser atingir a Iluminação, ou perfeição espiritual, que é o mesmo objetivo de outras religiões orientais como o Budismo e o Taoismo, esta prática de cultivo interno não pode ser classificada como uma religião ou culto.
De acordo com a tradição Chinesa o Sr. Li Hongzhi é respeitosamente referido como "Mestre" ou "Professor", porém não aceita tratamento especial ou doações financeiras dos estudantes de Falun Dafa. Ele assegurou que que a prática esteja disponível para todas as pessoas, e sem nenhum termo ou condição. Por sua contribuição para a humanidade, Li Hongzhi recebeu mais de 400 honrrarias e prêmios e foi indicado duas vezes para o prêmio Nobel da Paz.
Em 1999 o ex-líder do Partido Comunista Chinês (PCC) Jiang Zemin, iniciou uma violenta perseguição aos praticantes de Falun Dafa na China, alegando que a prática seria um culto diabólico, ou uma religião política opositora ao Partido Comunista. A partir daí desencadeou-se uma campanha propagandística massiva e uso dos meios de comunicação, todos totalmente controlados pela ditadura, para denegrir a imagem do Falun Dafa frente a população chinesa, visando justificar a violenta repressão. Desde então milhares de denúncias de praticantes de Falun Dafa sendo demitidos de seus empregos, presos sem julgamento, torturados, enviados a campos de trabalho forçado, executados, e seus órgãos extraídos e comercializados, tem sido feitas a autoridades de Direitos Humanos fora da China. Estima-se que o número de praticantes mortos por torturas de policiais tenha chegado a 3109 pessoas (fonte: http://www.faluninfo.net/displayAnArticle.asp?ID=9512).
A perseguição aos praticantes de Falun Dafa continua até hoje, e somente na China a prática é proibida.

in Wikipedia

09/11/2007

Ao menos um sinal

"If only God would give me some clear sign! Like making a large deposit in my name in a Swiss bank."

(Woody Allen)

28/09/2007

Ramadão

Ramadão
O Ramadão ou Ramadã (grafado ainda Ramadan; em árabe رَمَضَان) é o nono mês do calendário islâmico. É o mês durante o qual os muçulmanos praticam o seu jejum ritual (saum, صَوْم), o quarto dos cinco pilares do Islão (arkan al-Islam).
A palavra Ramadão encontra-se relacionada com a palavra árabe ramida, “ser ardente”, possivelmente pelo facto do Islão ter celebrado este jejum pela primeira vez no período mais quente do ano. Uma vez que o calendário islâmico é lunar, o Ramadão não é celebrado todos os anos na mesma data, podendo passar por todas as estações do ano.
É mês sagrado, período de renovação da fé, da prática mais intensa da caridade, e vivência profunda da fraternidade e dos valores da vida familiar. Neste período pede-se ao crente maior proximidade dos valores sagrados, leitura mais assídua do Alcorão, freqüência à mesquita, correção pessoal e autodomínio.
O jejum é observado durante todo o mês, do alvorecer ao pôr-do-sol. O jejum aplica-se também ao fumo e às relações sexuais. O crente deve não só abster-se destas coisas, mas também não pensar nelas.
Durante o Ramadão, é comum a freqüência mais assídua à mesquita. Além das cinco orações diárias (salat), durante este mês sagrado recita-se uma oração especial chamada Taraweeh (oração noturna).
É o único mês mencionado pelo nome no Alcorão:
"O mês do Ramadão foi o mês em que foi revelado o Alcorão, orientação para a humanidade e evidência de orientação e discernimento." (Alcorão Sagrado 2:185)
O jejum é obrigatório a todos os muçulmanos que chegam à puberdade. A primeira vez em que um jovem é autorizado a jejuar pelos pais constitui um momento importante na sua vida e uma marca simbólica de entrada na vida adulta.
Há várias justificativas válidas para não jejuar: gravidez, menstruação, enfermidade, trabalho braçal extenuante e estar em viagem. Os dias de jejum não praticado devem ser cumpridos em outra ocasião, antes do próximo Ramadão.
Antes da alvorada, há uma pequena refeição (su-hoor) que substitui o café da manhã (pequeno-almoço) habitual.
Ao término de cada dia, o jejum é finalizado com uma oração e uma refeição especial tomada em comum, chamada iftar (árabe: إفطار). É momento para reunirem-se os membros da família e os seus amigos numa celebração de fé e de alegria. Após esta refeição, é prática social sair com a família para visitar amigos e familiares.
Atualmente, com a ampliação do diálogo interreligioso, algumas pessoas de outras religiões são convidadas a partilhar este momento de convívio e é cada vez mais freqüente que cristãos ofereçam e celebrem um iftar para os seus amigos muçulmanos.
Dois dos mais importantes feriados religiosos são celebrados neste mês sagrado: Laylat al Kadr e ‘Id al Fitr.
Laylat al Kadr ("noite do destino"; "noite do poder"; "noite da determinação"; "noite do decreto divino") é celebrado na noite do dia 26 para o 27 do Ramadão, data em que se comemora a noite em que Profeta Muhammad recebeu a primeira revelação do Alcorão. Muitos muçulmanos passam esta noite a rezar, acreditando que os pedidos feitos durante estas horas serão atendidos por Deus.
‘Id al Fitr - Eid ul-Fitr (Árabe: عيد الفطر) - ("o banquete do término do jejum"), no encerramento do mês do Ramadão, no primeiro dia do mês de Shawwal, é um feriado celebrado durante três dias. Banquetes são servidos, presentes são trocados, roupas novas são vestidas. Amigos e familiares rezam em congregação e fazem banquetes. Em muitas cidades islâmicas grandes festividades são realizadas para celebrar o ‘Id al Fitr. Os turcos chamam esta festa de Sheker Bairam (festa do açúcar). Está prescrito nesta festa a prática da Zakat al fitr, doação de esmolas da quebra do jejum.
Em sua aparência exterior esta celebração islâmica assemelha-se ao Natal cristão.

in Wikiédia

12/06/2007

Existe ou não?

"Olhei e olhei mas não vi Deus."

(Yuri gagarin)

30/05/2007

O número 1,618

O número 1,618 (Phi) está em todo o lado, por isso lhe chamam a proporção divina, o número de ouro, de Deus ou qualquer outra coisa do género. Meçam a distância do ombro às pontas dos dedos, dividam-na pela distância do cotovelo às pontas dos dedos e o resultado é Phi, façam o mesmo com a medida da anca ao chão e do joelho ao chão ou da cabeça ao chão e da cintura ao chão e vêem o mesmo resultado. Tudo na natureza é regido por este número, pelo menos tudo o que é natural.

(in Google e até no Código Da Vinci)

23/05/2007

Manifestis Probatum

A 23 de Maio de 1179, o Papa Alexandre III emite a bula Manifestis Probatum em que
reconhece Portugal como Reino independente.

Fonte: Google; Wikipédia

19/05/2007

Religião

"A religião é o ópio do povo."

(Karl Marx)

17/05/2007

Palyo

"Palyo" - Termo indiano que representa o tempo que demoraria a construir uma torre com pêlo de cordeiro com a altura de 10 km de altura se colocássemos um pêlo por cada século.

(National Geographic)