19/11/2007
18/11/2007
Há quanto tempo é que o Ariel Sharon está em Coma?
Ainda assim, nem Sharon, nem ninguém, imaginaria que ele estaria em coma desde a noite de 4 de janeiro de 2006. Naquele dia, o líder israelense sofreu um segundo derrame cerebral, uma semana depois de deixar o hospital onde havia sido tratado por incidente semelhante. Naquela semana, o primeiro-ministro, que havia sido instruído por seus médicos a trabalhar no máximo quatro horas por dia, ignorou as restrições que lhe haviam sido impostas e retomou seu ritmo de trabalho habitual de 18 horas diárias.
Um dos médicos responsáveis por Sharon disse ao Vanguardia que a esperança da equipe é que um milagre permita que Sharon desperte do coma e possa retornar à família e, apesar das limitações que sua enfermidade causa, reencontrar os netos. Mas o médico afirma que "isso é mais que improvável".
Uma das enfermeiras do hospital Shiba, ao qual o líder foi transferido nos últimos meses, comentou, com um suspiro: "É como se ele se negasse a morrer e se apegasse ao pouco de vida que lhe resta". No começo, os meios de comunicação israelense informavam sobre movimentos de olhos ou elevações de pressão arterial quando Sharon ouvia as vozes dos filhos, Guilad e Omri. Mas agora praticamente não são mais divulgadas informações sobre o seu estado. É como se ele fosse um morto vivo.
(Henrique Cimerman in La Vanguardia)
17/11/2007
L'amour
Un coin de rue
une enfant
elle
très belle
très blonde
Quelque part dans la ville
elle et moi
Un jardin
tranquille
un regard
une étreinte
un frisson
des yeux qui se veillent
Une larme qui coule
doucement
sur sa joue
la douceur de ses lèvres
elle et moi
Son corps
vivre sur mes caresses
nos souffles se mêlent
l'amour nous enveloppe
Le velours de sa jupe
relève
ses jambes
que mes mains découvrent
elle et moi
Ses mains dans mes cheveux
M'attirent
me griffent
excite mon désir
son désir
Ma bouche devient folle
le satin
de sa peau
elle et moi
Ses vêtements se déchirent
et libèrent sa chair
Sa voix m'appelle
je t'embrasse
je t'aime
tu es belle
ton ventre
tes seins
elle et moi
(Max Berlin)
15/11/2007
As sementes do Sudão (The Lost Boys) Uma história fenomenal
"The lost boys" foi o nome dado pelas organizações humanitárias às cerca de 30 mil crianças refugiadas da segunda guerra civil sudanesa, que começou em 1983, e que mais tarde fizeram parte de programas de adopção nos Estados Unidos da América a fim de serem acolhidos por uma família e uma sociedade que lhes providenciasse alimentação, segurança e paz. O maior desejo destas crianças, agora já adultos, é o de voltar ao seu país e cumprir a missão pela qual acham que sobreviveram: A de serem as novas sementes do Sudão. E porquê?
Durante ataques em massa do norte do Sudão ao sul, cuja autonomia havia sido providenciada pelo acordo de Addis Ababa, aproximadamente dois milhões de pessoas morreram e quatro milhões de pessoas fugiram (Este número continua a aumentar). Os homens morriam, as mulheres eram levadas para o norte e apenas as crianças, maioritariamente rapazes com menos de dez anos,conseguiam fugir aos ataques. Primeiro fugiram das aldeias, depois fugiram para as florestas, depois continuaram simplesmente a andar e a história de um grupo de que ascendeu aos 70 mil é incrível porque percorreram mais de mil e seiscentos quilómetros alcançando campos de refugiados atrás de campos de refugiados. Muitos morreram, estima-se que cerca de metade: uns de fome, outros de doenças, outros comidos por animais, outros por exaustão, afogamento, etc. Mas os que chegaram e foram salvos sentem como sua a missão de espalhar o que sabem sobre o genocídio mais bem sucedido de sempre, aquele que não foi limitado e ainda continua a florescer. Daí serem vistos pelos outros sudaneses, os que ficaram no Sudão e sofrem as consequências do conflito que gerou mais mortes desde a Segunda Guerra Mundial, como as sementes do Sudão, as sementes de um país novo, um país melhor.
(João Freire)
14/11/2007
Cena do filme "Hable con ella" de Pedro Almodovar
A dança de Pina Bausch (Masurca Fogo) e as canções de KD Lang (Ain't it funny) e Rufino de Almeida (Raquel)

