I built it up now i take it apart climbed up real high now fall down real far.
No need for me to stay the last thing left i just threw it away
I put my faith in god and my trust in you
Now there's nothing more fucked up i could do
Wish there was something real wish there was something true
Wish there was something real in this world full of you
I'm the one without a soul i'm the one with this big fucking hole
No new tale to tell twenty-six years on my way to hell
Gotta listen to your big time hard line bad luck fist fuck
Don't think you're having all the fun
You know me i hate everyone
Wish there was something real wish there was something true
Wish there was something real in this world full of you
Em cima está a versão original, mas também é bem ver a versão de Woodstock (onde estava tudo fºd§d@ com a lama) e a cover dos LP, para a geração que chama "Esquadrão Classe A" aos "Soldados da Fortuna".
A religião não me conforta. Penso que o único objectivo da religião será esse, o de confortar as pessoas, de fazê-las pensar que há um sentido, algo maior que justifique tudo, principalmente o sofrimento da vida e o fim da mesma. O ser-humano é o único animal com consciência da própria morte e esta realidade pode ser avassaladora. Terá sido assim nos primórdios da humanidade, continua a sê-lo. Não se pode dizer que a religião tenha sido criada a partir dessa constatação fatalista, mas emanou certamente daí, florescendo juntamente com outras armas - o ser-humano também é o único animal com a capacidade de rir. Mas a religião não me conforta. E isso (não) acontece essencialmente porque tenho dificuldades em aceitar a maior parte das premissas em que se baseia. Nada na religião é racional e esse facto é-nos apresentado, paradoxalmente, como o seu maior fundamento, isto é, a noção de que tudo o que não se explica pela ciência é maior do que nós, é metafísico e da ordem do religioso. Tem sido assim ao longo dos tempos. Porém, o espaço que antes pertencia à religião tem vindo a diminuir na forma proporcionalmente inversa ao espaço que a ciência tem vindo a conquistar. O que era da ordem da religião há cem anos passou rapidamente para a ordem da ciência. Haverá sempre algo por explicar, mesmo admitindo que muito se descubra e se avance no domínio da ciência e é esse pouco que possibilitará para sempre a religião. Não vejo inconveniente nenhum nisso. Como disse e repeti, a religião não me conforta, mas admito que conforte e sirva de base para a felicidade de muita gente. E esse mérito ninguém lho pode negar. Admito-o e verifico-o nas várias religiões ou modalidades espirituais que populam o mundo, uma forma de utilitarismo social que é importantíssimo na estruturação psicológica dos indivíduos e das sociedades que eles formam. Sem esperança reinaria o caos. A religião será assim um dos vários faróis que as pessoas podem (precisam!) seguir. Provavelmente não existirá Deus (em qualquer uma das suas formas), nem vida depois da morte, nem reencarnação, o mais certo é que a vida seja só isto, até porque qualquer construção que se possa fazer do que virá redundará em incongruências e em impossibilidades teóricas e práticas que transformariam qualquer noção de paraíso, por exemplo, num verdadeiro inferno. Basta conjecturarem um pouco na seguinte pergunta: Porquê? E depois formularem hipóteses, tomando em consideração para cada uma delas as respectivas consequências.
Por exemplo: Deus existe? Mas como é que ele apareceu? Existe desde sempre? Mas porque é que nós só aparecemos há tão pouco tempo na terra? E o nosso Deus é o mesmo Deus que existia naqueles milhões de anos em que os Dinossauros governaram a terra? Há um Deus para os dinossauros? É o mesmo Deus que o nosso? Há Dinossauros no Céu? Há um céu? Está lá toda a gente de que eu gosto? E se algumas pessoas de quem eu gosto não gostam de mim, essas também estarão lá? E isso será um céu para elas? E depois vamos estar lá para sempre, a fazer o quê? Será que é para isso que servem as virgens do Islamismo? Mas porque é que o ideal de céu terá de ter virgens? E para quem não gosta de virgens? Ou será que vou reencarnar? Mas reencarno e não me lembro de nada? Para quê? Porquê?
Não adianta pensar muito...
A verdade é que o ateísmo crescente também não tem feito muito para mim. Digo ateísmo crescente, porque – para além de não gostar nem acreditar em fundamentalismos –, tal como na questão da ciência, não acredito que possa ter todas as respostas. É crescente, mas nunca será total. Aprecio a inteligência na capacidade de ter dúvidas. Dizia-me uma amiga que a avó dela, quando ela lhe perguntou o que pensava sobre a morte e o que viria depois, respondeu que não adiantava pensar muito nisso porque “o céu será algo tão soberbo e assombroso que a nossa consciência limitada não conseguirá nunca abranger a sua definição”. E de certa forma esta ideia conforta-me, deixando algum espaço para a dúvida florescer. Sabemos então apenas uma coisa: que vamos morrer e mesmo que exista um Deus e um céu e a reencarnação ou mesmo que apenas restem, como um amigo me dizia, algumas reacções químicas que provoquem a estimulação de certas ligações neurais que possam dar-nos uma sensação de eternidade, baseada em memórias da nossa vida, e até mesmo que não aconteça nada e desapareçamos juntamente com a consciência da nossa existência para todo o sempre, não há nada a fazer para além de viver.
Tenho vícios. Gasto imenso dinheiro no jogo e nas putas. Não sou pobre, tenho três pessoas a trabalhar em minha casa: uma aspira, outra limpa o pó e a outra ajuda no que for preciso... principalmente quando preciso que leve o Audi para a cidade para emprestar a um dos meus ilustres amigos, uma vez que o BM fica sempre para mim. Dou muito valor às amizades, afinal, muitos deles avisam-me de subsídios e artifícios que eu posso usar para me governar e eu tenho de os recompensar. Quanto aos funcionários, não lhes pago mais do que o ordenado mínimo, mas tem de ser, pois se não o fizesse teria de despedir alguém… e mesmo assim talvez me veja obrigado a prescindir de um deles. Um dos meus amigos disse-me que posso ganhar algum dinheiro, uma quantia suficiente para pagar 75% do ordenado de um funcionário se contratar mais alguém, investindo numa infra-estrutura – estou a pensar numa marquise com um revestimento a painéis foto-voltaicos… acho que há um subsídio qualquer para isso também. Tenho de falar com outro amigo, depois dar-lhe-ei uma parte do que receber.
Ganho dinheiro com o que posso, nomeadamente com o meu olival (três oliveiras) subsidiado a fundo perdido e com a minha frota pesqueira (um aquário em acrílico com uma perca, um robalo, e um peixinho-dourado – dizem-me que assim não se reproduzem mas eu li que os peixes mudam de sexo… eles que se desenrasquem). Dizia eu que ganho dinheiro como posso, desse dinheiro pouco me sobra, tendo em conta que nenhum dos meus filhos trabalha. Tenho três, a miúda dá formação, o mais novo anda num curso de formação, o mais velho é coordenador dos cursos de formação de um instituto regional e todos, apesar de receberem algum dinheiro de uns tios alemães, precisam da ajuda do pai. Perante esta situação de crise eminente, sinto-me forçado a poupar dinheiro. Talvez despeça um dos meus funcionários – até porque vou contratar um para receber o apoio relativo ao investimento que vou fazer –, tenho de diminuir os salários de todos os meus assalariados antes disso, para que possam continuar todos a trabalhar até lá. Tudo para o bem deles. Depois, talvez passe a gastar gasolina normal em vez da Premium, pelo menos um depósito em cada dez, porque a gasolina normal dá cabo dos injectores, mas é imperativo fazer sacrifícios. Espero que estas alterações não venham a por em causa a recepção ao chefe do meu filho, o secretário-geral para a formação profissional, até porque já comprei a loiça nova da Limoges… a crédito, sempre a crédito, porque não há ninguém como eu para regatear juros. Em último caso posso sempre gastar um pouco menos com o jogo e com as putas.
(João Freire)
Archive - Fuck u*
"There's a look on your face I would like to knock out
See the sin in your grin and the shape of your mouth
All I want is to see you in terrible pain
Though we won't ever meet I remember your name
Can't believe you were once just like anyone else
Then you grew and became like the devil himself
Pray to God I think of a nice thing to say
But I don't think I can so fuck you anyway
You`re a scum, you`re a scum and I hope that you know
That the cracks in your smile are beginning to show
Now the world needs to see that it's time you should go
There's no light in your eyes and your brain is too slow
Can't believe you were once just like anyone else
Then you grew and became like the devil himself
Pray to God I can think of a nice thing to say
But I don't think I can so fuck you anyway
Bet you sleep like a child with your thumb in your mouth
I could creep up beside put a gun in your mouth
Makes me sick when I hear all the shit that you say
So much crap coming out it must take you all day
There's a space kept in hell with your name on the seat
With a spike in the chair just to make it complete
When you look at yourself do you see what I see
If you do why the fuck are you looking at me ?
There's a time for us all and I think yours has been
Can you please hurry up 'cos I find you obscene
We can't wait for the day that you're never around
When that face isn't here and you rot underground
Can't believe you were once just like anyone else
Then you grew and became like the devil himself
Pray to god I can think of a nice thing to say
But I don't think I can so fuck you anyway
So fuck you anyway"
* - Reza o mito que esta canção terá sido inspirada e dedicada a George Bush (filho). Não sei se será inspirada, mas fica muito bem dedicada a ele e, já agora, a todos os políticos que se aproveitam e dispõem do poder em benefício próprio sem se importarem com o sofrimento dos outros.
Reaproveitado para o desafio de Janeiro da Fábrica de Letras, subordinado ao tema "Crise"
Não gosto particularmente de nenhuma das intervenientes... talvez da Vivianne, mas a verdade é que este álbum de homenagem a Ary dos Santos, apesar de ter sido uma prenda para a mãe, ainda não saiu do meu carro.
Estava a olhar para ela, é verdade, mas também não é menos verdade que estava a olhar para outras duas. Será habitual em mim esta dispersão no olhar, ainda que, normalmente, isso redunde em nada. Pessoas que eu mal conhecia diziam para ir ter com ela, diziam aliás que qualquer uma das três valeria a pena, a cerveja ajudaria, mas perante a indecisão foi ela que veio ter comigo. Lembro-me perfeitamente do ritmo na pronúncia, quase como uma canção.
- Por qué me hás estado mirando toda la noche – perguntou ela.
Devo ter respondido, disso não me lembro, mas lembro-me bem (talvez não me lembre bem, mas lembro-me) do que aconteceu depois.
Ela estava com uma irmã, essa irmã teria o nome de um rio russo (?), depois falou-me das sobrinhas, acho que eram duas mas não tenho a certeza, disse que trabalhava num banco e finalmente disse que queria ir para outro lado. Eu disse que sim. Fomos a um bar, bebemos algumas cervejas, dançámos, trocámos carícias e beijos acalorados e no fim, quando decidíamos o que fazer e aonde ir para terminar a noite, explicou que teria todo o gosto, mas que precisava da minha ajuda para um problema no seu local de trabalho. No dia seguinte teria de repor 70 euros (aproximadamente). Disse-lhe que não pagava – a verdade é que também já não tinha esse dinheiro – até porque “se alguém tivesse de pagar" seria ela, uma vez que poderia "desfrutar de um macho latino”. Eu estava bêbado, o humor não daria para mais e a verdade nua e crua é uma: ela sorriu. A irmã apareceu, tentando explicar a situação, que não era nada do que eu estava a pensar, mas ela disse-lhe que não valia a pena e depois, com alguma tristeza no olhar, despediu-se de mim com um beijo enquanto era puxada no braço pela irmã, olhando-me com ternura. Saí com um sorriso nos lábios, percorrendo sozinho e ligeiramente embriagado as ruas desconhecidas de Havana, sentido-me de certa forma aliviado.
Continuo a querer acreditar que não era uma puta.
O papel social dos opinion makers (fazedores de opinião, numa tradução literal da expressão inglesa), como o próprio nome indica, é o de construir uma opinião com a qual a generalidade das pessoas se possa identificar, ajudando a esclarecer e a informar as pessoas sobre determinados assuntos. Isso funciona para o Marcelo Rebelo de Sousa nos seus comentários políticos como funciona para os comentadores desportivos dos mais variados programas de discussão futebolística do nosso país. Todos devem saber o risco e a importância de tal função. As discussões que se têm em programas de televisão não ficam só pelos estúdios e corredores das estações televisivas, estendendo-se por todo o país sob os mais variados entendimentos - tantos quantas as pessoas que ouvem.
Esta semana vai haver um Porto-Benfica no Dragão e o clima de confronto entre os dois clubes está à vista de todos. Poderia ser pior, por exemplo, se os dois clubes estivessem pontualmente mais perto, mas mesmo sem esse ‘picante’ – que deveria entusiasmar mas que apenas preocupa quem gosta de futebol – as rivalidades estão exacerbadas.
Quem se responsabilizará se o jogo do próximo fim-de-semana se tornar num confronto físico entre as falanges de adeptos e as forças de autoridades?
Terão alguma culpa os comentadores que ao longo do ano futebolístico foram deitando achas e gasolina para a fogueira das sensibilidades clubísticas?
Haverá vários focos de responsabilização, desde logo nos presidentes dos dois clubes que transportam semanalmente as suas quezílias privadas para o terreiro público. Neste ponto, Pinto da Costa está pior, porque continua com o discurso palerma e obsoleto – que irrita e ostraciza até alguns portistas – do confronto Norte/Sul. Convém relembrar ao senhor Pinto da Costa que há portistas espalhados por todo o país e até pelo estrangeiro, pelo que não deve minorar o clube que preside.
Mas os comentadores também têm a sua quota de responsabilidade, “gente que, servindo-se de púlpitos privilegiados, não desperdiça a ocasião que lhe é oferecida semanalmente para incendiar ainda mais os ânimos entre as diversas hostes”*.
Quando se fala em “Andor”, “Calabotes”, “Palermo”, “Túneis”, ainda que antes se diga “que eu nem queria falar de”, num artifício de civismo, tem de ter-se a noção do que isso comporta aos ouvidos de espectadores mais incautos. Destaco Rui Moreira, que participa no Programa “Trio d’Ataque” da RTP, não por ser mais incendiário do que José Guilherme Aguiar, que participa no programa “O Dia Seguinte” na SIC NOTÍCIAS ou Miguel Sousa Tavares, que escreve uma crónica semanal do jornal “A BOLA”, mas precisamente pelo estatuto contrário que ele ostentava. Digo “ostentava”, porque no meu entender já não ostenta, visto que todas aquelas expressões atrás foram proferidas por ele, assim como a frase do jogo Benfica-Porto em que o “Benfica mereceu ganhar, mas ganhou sem merecer”. Ainda não sei ao certo se a imagem positiva que tinha dele era causada pela posição em que o clube que defendia se encontrava quase sempre, que era a de vencedor, e se esta nova imagem menos positiva, em que aparece associado a manifestações junto à Liga de Clubes com sócios que ameaçam “outras formas de manifestação” e insiste no recurso a insinuações, se deve ao facto de estar em terceiro lugar. No entanto, não é apenas ele. Destaco Rui Moreira, mas não o isolo.
Como disse atrás, todos sabemos da importância do papel que os opinion makers desempenham, eles também o sabem, e por isso não é despropositado que todos tentem tomar um papel activo na competição, mitigando as dificuldades ou acentuando as facilidades das suas equipas, através da força das suas palavras e na pressão que elas exercem nas mais variadas fontes desde os jogadores às comissões de arbitragem e disciplina, da Liga ou da Federação.
Mas terá de haver um limite para tudo o que é dito e feito para defender uma equipa de futebol.
Volto a perguntar: Quem se responsabilizará se o jogo do próximo fim-de-semana se tornar num confronto físico entre as falanges de adeptos e as forças de autoridades?
Há várias certezas no futebol em Portugal. Uma dessas certezas será a de que existem irregularidades das mais variadas montas, outra é a de que todos ou a maior parte dos clubes estão envolvidos nelas. Será tudo uma questão de nível.
Nestes casos, havendo provas, factos concretos ou o que seja, que se condene quem tem de ser condenado, responsabilizando sempre as pessoas e nunca os clubes. Julguem e apanhem todos os que têm de apanhar, recorrendo a todos os métodos que achem necessários para o fazer, mas não insinuem, nem falem de um passado antigo que não tem culpa dos erros presentes.
Resta ainda outra certeza, a certeza de que, apesar de movimentar muito dinheiro, influências, prestígio e poder, o futebol é apenas um desporto, com vencedores que vão alternando ao longo do tempo e dos confrontos dentro do campo. Ou assim deveria ser.
P.S. - É uma pena um dos melhores jogadores do campeonato ficar arredado do Clássico do próximo fim-de-semana.
Com mais violência ou menos violência, com mais ou menos revolucionários e reaccionários, com alguns avanços no meio de outros retrocessos, com figuras caricatas, com lutas de poder pelo poder, com mais ou menos corrupção e crimes, mas com muitas suspeitas, o Período Revolucionário em Curso completa hoje 36 anos.
Lá pelo meio estamos nós (como outros* estiveram e não conseguiram) a tentar fazer alguma coisa disto.
Maybe if you surrender - you think - maybe if you let youself go in the vastness of all this salty blue...
But no, you would never do such thing. Breathe in… out. breathe in…hold it… dive!
Down there you know that the average time a human can sustain is breath under water is approximately 3 minutes, you also know that you will need that sort of time if you don´t want to be caught – short for “if you want to survive and not being killed in the most groosom way”.
What you don´t know, and they don´t tell in that stupid little fact book that you used to read so often is how they estimate that average.
And one simple question keeps haunting you: "Do them snorkling guys, guys that hold their breath for 10 minutes and then some, count for the average?"
Racionalization is a bitch.
And you can only hold it in. Maybe if i let myself go...
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