Birdwatching, (7) Outono
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Trazemos as cores do sol sem que tenhamos pedido
E nas asas, o voo que os homens cobiçam.
Pisco-de-peito-ruivo (Erithacus rubecula) e Tentilhão-comum (...
21/08/2008
Save Miguel
A tal arrogância que, segundo muitas fontes, me caracteriza, impulsiona-me a dizer algumas palavras que convençam o maior número possível de pessoas, que aqui venham ou passem, a ver este vídeo. Tais palavras podem nem ser suficientes, mas a verdade é que vale a pena. E vale a pena porquê? Primeiro , porque fala de Portugal (um vídeo sobre o nosso país é sempre interessante), depois, em segundo, porque tem um actor de Holywood facilmente reconhecível a falar de Portugal (aqui junta-se o orgulho nacional à equação) e por último, em terceiro, porque fala de uma causa nobre (também se convence muita gente apelando ao sentimento).
As razões estão esplanadas, o objectivo está proposto, a causa, essa, é que não revelo. Vejam, enquanto isto não é mais popular que o Nelson Évora após o ouro olímpico. Já agora, parabéns ao Nelson Évora, sempre foi uma das minhas apostas para uma medalha, tal como a Vanessa... e a Telma e o Emanuel Silva e o Ganchinho e a Naide! Pronto... e parabéns aos outros também, vá. Perder também faz parte.
Podem ver o resto da campanha aqui.
Por fim, apesar da minha arrogância, resta-me dizer que tive conhecimento desta causa aqui e aqui.
As razões estão esplanadas, o objectivo está proposto, a causa, essa, é que não revelo. Vejam, enquanto isto não é mais popular que o Nelson Évora após o ouro olímpico. Já agora, parabéns ao Nelson Évora, sempre foi uma das minhas apostas para uma medalha, tal como a Vanessa... e a Telma e o Emanuel Silva e o Ganchinho e a Naide! Pronto... e parabéns aos outros também, vá. Perder também faz parte.
Podem ver o resto da campanha aqui.
Por fim, apesar da minha arrogância, resta-me dizer que tive conhecimento desta causa aqui e aqui.
19/08/2008
O lado selvagem*
Há uma busca por autenticidade que nos escapa. E escapa-nos porque a própria busca redunda na falta de sentido. A busca do que é genuíno e do que é a nossa essência só tem sentido no valor que lhes atribuímos e na forma como tudo se imprime na nossa vida. Se damos valor a essa procura e se acreditamos que serve algum propósito nobre, como o da mudança ou do melhoramento, vale a pena, mas até que ponto? Se tudo há nossa volta é superficial, de que adianta a procura do profundo? Essa profundidade é uma meta ou uma fuga? Às vezes damos valor às coisas de espírito, ao que é essencial e humano – ao profundo, portanto - por falharmos nas coisas superficiais. Valorizamos a inteligência quando somos feios e quando não somos tentamos atribuir à beleza alguma profundidade na forma de um defeito que desenvolva carácter. Há até alguns que retraem a beleza por forma a sentirem-se melhor com o que são. Chegámos ao absurdo de menosprezarmos a beleza. O belo também há-de ter o seu valor, assim como o superficial. Se formos muito ao fundo não encontramos nada. Se escavarmos muito enterramo-nos ao mesmo tempo. Tudo no seu sítio. Tudo doseado. Viver a vida sem pensar no que os outros acham de nós, preocupados exclusivamente com o que nós achamos de nós próprios, do nosso percurso, será o ideal. Mas talvez sentirmo-nos bem com o que somos seja já um grande avanço.
(João Freire)
*este post inspira-se no filme com o mesmo nome, no qual é retratada uma viagem do tipo intimista à essência do personagem. No fundo, o filme deixa-nos a pensar se a procura e todos os sacrifícios que ele fez valeram a pena. Como é óbvio, só ele, a personagem à volta da qual gira a história - e que é baseada numa pessoa de verdade -, saberá dar a resposta.
Links da Wikipedia e da IMDB
(João Freire)
*este post inspira-se no filme com o mesmo nome, no qual é retratada uma viagem do tipo intimista à essência do personagem. No fundo, o filme deixa-nos a pensar se a procura e todos os sacrifícios que ele fez valeram a pena. Como é óbvio, só ele, a personagem à volta da qual gira a história - e que é baseada numa pessoa de verdade -, saberá dar a resposta.
Links da Wikipedia e da IMDB
+ Muse
Ouvi Muse pela primeira vez há uns anos atrás, sentada num sofá laranja em Caldas da Rainha através da MTV, com este videoclip. Gostei primeiro da música e da voz. Depois, também da letra.
Bliss
Passados mais uns anos. Agora num sofá cinzento mas com a mesma MTV, "Supermassive Black Hole" fica-me no ouvido e, horas mais tarde, no videoclube, no msn com o um amigo que me falava de Muse, uma das suas bandas preferidas, oiço o álbum "Black Holes and Revelations" que tinha acabado de chegar à loja.
Gostei de todas as faixas e enquanto as ouvia, falava com ele. Desta vez, tinha sido eu a "apresentá-los".
Este vídeo não é o original da banda, mas acho-o mais bonito e com melhor qualidade de som..
Som no máximo!
Map of the Problematique
(especialmente para o Ricardo P.)
Bliss
Passados mais uns anos. Agora num sofá cinzento mas com a mesma MTV, "Supermassive Black Hole" fica-me no ouvido e, horas mais tarde, no videoclube, no msn com o um amigo que me falava de Muse, uma das suas bandas preferidas, oiço o álbum "Black Holes and Revelations" que tinha acabado de chegar à loja.
Gostei de todas as faixas e enquanto as ouvia, falava com ele. Desta vez, tinha sido eu a "apresentá-los".
Este vídeo não é o original da banda, mas acho-o mais bonito e com melhor qualidade de som..
Som no máximo!
Map of the Problematique
(especialmente para o Ricardo P.)
18/08/2008
Supermassive Black Hole: Ao vivo no Estádio de Wembley em 2007
A música não é das melhores da banda. Não é, não senhora. Mas serve esta música para provar uma simples e incontestável verdade. Música é para se ouvir com o volume no máximo, de preferência ao vivo. E se não acreditam, experimentem ouvir a versão de estúdio desta música e esta versão. Mesmo eu, que não gosto muito desta música, adorei quando a ouvi. Como? Com o volume no máximo.
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