31/01/2008

Michael Pitt - Death to Birth

Canção de Michael Pitt, no filme de Gus Van Sant, "The Last Days" em que Pitt faz o papel de Blake, homenagem a Kurt Cobain, num retrato dos últimos dias de uma estrela de rock.

30/01/2008

Dolly Shots

Sometimes called TRUCKING or TRACKING shots. The camera is placed on a moving vehicle (Dolly) and moves alongside the action, generally following a moving figure or object. Complicated dolly shots will involve a track being laid on set for the camera to follow, hence the name. The camera might be mounted on a car, a plane, or even a shopping trolley (good method for independent film-makers looking to save a few dollars). A dolly shot may be a good way of portraying movement, the journey of a character for instance, or for moving from a long shot to a close-up, gradually focusing the audience on a particular object or character.

in http://www.mediaknowall.com/camangles.html

Basicamente é isto. Procurei isto porque vi uma cena no filme "The Last Days", de Gus Van Sant, que era assim. Nos extras do Dvd mostram como fizeram, o tempo que demorou e o trabalho que exigiu. Há outra muito famosa, que é a do filme "Panic Room", de David Fincher, em que a câmara atravessa várias divisões, um corrimão e até a pega de uma chaleira e que também pode ser chamada assim, mas que foi feita á base de efeitos especiais, e eu queria postar as duas no valnada.blogspot.com, mas como até agora (à hora da escrita deste post) ainda não arranjei nem uma nem outra, fica apenas a referência. Por acaso, nenhum destes dois filmes é um grande filme - daí apreciar a parte mais técnica do filme - mas são filmes para ver, feitos por grandes realizadores.

Explicação de como fizeram a cena do Panic Room

Parte 1



Parte 2

29/01/2008

O Carnaval este ano é nas Caldas!



Bora lá!

A Anna da loja IKEA

A Ikea criou uma assistente virtual feminina para ajudar os seus clientes na navegação da página. Ao entrares em IKEA podes ver que no canto superior direito tens uma opção "Perguntar à Ana". Se lá clickares vais abrir uma janela e aparece a Ana. Podes perguntar o que quiseres, pergunta por sofás, flores e ela responde...

Agora vem a parte divertida:
Experimenta estas perguntas e vê o que ela responde:
1 - Gosto de ti!
2 - Mostra-me os peitos!
3 - Que olhos tão giros!
4 - Feia!
5 - Amo-te!
6 - Queres fazer sexo?
7 - Vamos pinar? (a melhor!)
8 - Gostas de mim?
9 - Tens namorado?
10 - Onde vives?
11 - Posso convidar-te para jantar?
12- Cheiras mal dos pés.
13- Metes-me nojo.

(A gerência agradece à Dona Marta por ter partilhado esta pérola)

27/01/2008

Emir Kusturica & The No Smoking Orchestra - Unza Unza Time



Sexta Feira, no Coliseu do Porto, foi assim. E ninguém que sai de um concerto de uma banda como esta sai com maus pensamentos. Haja festa! Unza Unza Time

"WAKE UP"

Sábado, em Guimarães, numa noite de futebol

Os grupos de adeptos caminham pelas ruas separados, preparando-se. Está frio e há um burburinho adivinhador que cresce em cada esquina e rua da cidade. Mais à frente, mais próximos, há mais gente e menos espaço. As pessoas juntam-se, empurram... preparam-se. O medo da multidão dá lugar à sua força, à união. Já não há indíviduos nem pessoas, apenas uma massa indistinta de gente que se movimenta como uma onda.
Os de trás apertam os da frente, alguns gritam, outros devolvem o empurrão e a ânsia cresce. Na cabeça de todos um destino, o campo dos sonhos onde tudo se passa.
Da confusão nasce a ordem. Filas e mais filas ordenadas perfeitamente, de novo com indivíduos à espera da sua vez. E é lá dentro, quando caminhamos finalmente pelas entranhas do monstro, que o barulho, um trovejar dos céus que ecoa pelos corredores e escadas, se torna insuportável, provocando o fluxo de adrenalina. Tudo é antecipação e preparação.
Lá dentro, finalmente, o espaço amplo, o barulho, o verde, as bancadas inclinadas a afastarem-se, a esconderem o que ali se passa do exterior, e uma sensação de liberdade.
Ao sentarmo-nos na bancada tornamo-nos outra vez num corpo único.
Amor, ódio, identidade, partilha, egoísmo, guerra, todos os sentimentos se juntam em cada um dos que estão no estádio.
Começam as rezas, os cânticos, o prelúdio da batalha. Nós contra eles.
Tudo é antecipação, preparação, tudo é amor, ódio... a vida num momento. Mas nada disto é bonito.
O que se passa no campo é sagrado. Lá, tudo é permitido e é lá que tudo rebenta. É futebol.

(João Freire)

Uma reportagem "cómica" sobre uma chamada para o INEM ou quando a Democracia não funciona



A inexistência de meios e a falta de preparação dos bombeiros voluntários de Favaios e de Alijó provocaram um atraso no salvamento de António Moreira, falecido na madrugada dos acontecimentos, na sequência de uma queda nas escadas de sua casa, em Castedo, Alijó.


No momento dos telefonemas do Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) para as duas corporações, de forma a encaminhá-las para o local do acidente, só se encontrava disponível um operacional em cada quartel de bombeiros. Através da conversa mantida entre o CODU e as duas corporações, é possível constatar-se a falta de preparação dos dois bombeiros contactados.

Na primeira tentativa de obter salvamento para António Moreira, a operadora do CODU chega a afirmar, incrédula "Valha-me Deus, estou lixada", referindo-se ao bombeiro que a atendeu em Favaios. Questionado sobre o episódio, o segundo comandante Luís Narciso considera ter existido "um mal-entendido", explicando que se ausentou temporariamente do quartel: "Fui a casa, que fica perto, ver o meu filho, que estava doente, e disse ao colega para me ligar se houvesse alguma comunicação. Ele recebeu a chamada, ficou muito atrapalhado e não me ligou." Ainda assim, alega que "não houve negação, nem falta de meios ou pessoal para socorrer."

Ao perceber que seria mais fácil recorrer aos Bombeiros de Alijó, a operadora fez a ligação, mas apercebeu-se de que também nesta corporação se encontrava uma só pessoa. "Tem de tocar a sirene?! Ó valha-me Deus", comenta, após perguntar ao bombeiro o que faria se deflagrasse um incêndio a meio da noite.

Segundo relatos de vizinhos e familiares da vítima, os bombeiros de Alijó terão chegado 30 minutos após o acidente. No entanto, por falta de conhecimento e de meios não puderam socorrer António Moreira. "Quando recebemos a chamada, pensávamos que era para ajudar Favaios com homens. Na altura não tínhamos. Além disso, a zona é deles", disse o comandante António Fontinha. "Depois do INEM nos explicar, fomos socorrer a vítima. Não podia ser o telefonista a fazê-lo. Não compreendo também porque o CODU esteve oito minutos em conversa com os Bombeiros de Favaios", acrescentou.

26/01/2008

The Little Buzzers - Random Jibberish! (Ep. 1/10)

Black Tie Dynasty - I Like You



I think i like this...

Galo de Barcelos



Um peregrino galego que saía de Barcelos a caminho de Santiago de Compostela foi acusado de ter roubado umas pratas a um proprietário e condenado a enforcamento. Num apelo final, pediu um encontro com o juiz, que se preparava para comer um galo assado. O galego jurou que, como prova da sua inocência, o galo se levantaria do prato e cantaria. O juíz empurrou o prato para o lado e ignorou o apelo.

Todavia, quando o preso estava a ser enforcado, o galo levantou-se e cantou. O juíz compreendeu o seu erro, correu para a forca e descobriu que o galego se salvara graças a um nó mal feito. De acordo com a lenda, o galego voltou anos mais tarde para esculpir o Cruzeiro do Senhor do Galo, agora no Museu Arqueológico de Barcelos.