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17/03/2009

segundo dia de férias (a coisa não está a melhorar)

Ontem à noite, (mais precisamente às 4 e tal da manhã de hoje) enquanto esperava pelo sono no sofá (às vezes acontece atrasar-se e dou por mim à espera dele ali) e após um curto zapping pela tv, dei por mim a ver isto na tvi, (ya, o zapping foi demasiado curto).
É claro que foram precisos 2 minutos (eu estava já a ficar tocada pelo sono) para perceber que aquilo não era mais que um pseudo-documentário demasiado parcial, querendo à força mostrar o lado "oculto/spooky/bu!" do Night Shyamalan e estéril, pois não está bem feito, não é credível, e percebe-se em tudo, mas principalmente no overacting de todos os personagens. Até o Jonnhy Depp se denuncia todo ao dilatar as narinas. Não houve margem para ilusões...
Ou seja, aquela porcaria que vi ontem, nada tem a ver com o que se seria de esperar, depois de anos antes F for Fake de Orson Welles ter conseguido ser um excelente falso documentário sobre um falso falsificador de arte.*

Só hoje, depois de procurar, percebo que este filme, foi apenas uma (e passo a citar): "silly, mostly fictional and overblown production meant to pique interest in The Village, which would be released in theaters shortly after."


Aqui fica a "entrevista" a Johnny Depp (no documentário, este teria sido o actor primeiramente escolhido para protagonizar o filme "Sinais", mas...)






*Quando Orson Welles nos diz no princípio do seu filme que aquilo é sobre falsidade, fraude e intrujice, segundos depois promete-nos que tudo o vamos ver na próxima hora é verdade, para logo a seguir aparecer uma imagem corrida de spam com a palavra "fake".
No final somos iludidos, como é óbvio. Ou não?

Senhoras e senhores, deixo-vos o charlatão-mor no seu F for Fake de 1974, em duas partes. [a primeira e a última. Por isso, para quem ainda não viu e quer ver, (mesmo que eu pense que não é por aí que devem deixar de querer ver este filme) é claro que há spoilers]



04/03/2009

Monstra 2009


O Festival de Animação Monstra, vai decorrer de 9 a 15 de Março, no Teatro São Jorge e no Museu do Oriente.

"Comemorando os 93 anos do Manifesto Dadaísta e os 90 anos da sua expressão inicial no Cabaret Voltaire, nesta oitava edição a MONSTRA volta a sua atenção para a Suíça, pais onde em 1916 o mesmo foi proclamado. Os precursores deste movimento estarão em evidência nas noites longas da MONSTRA 2009, marcadas pela tradição da tertúlia artística, com conversas, concertos, happenings e o espectáculo da arte em movimento.

Pela qualidade e diversidade dos cineastas de animação suíços e sucessivas gerações de artistas como Gisele e Ernest Ansorge, G. Schwizgebel, Brother Guiaumme entre outros, o país surge, assim, como convidado desta oitava edição. As retrospectivas de vários autores merecerão destaque na MONSTRA 2009 a par da exposição de originais de George Schwizgebel e da instalação interactiva de Otto Alder. Relevo ainda para estreia em Portugal da Longa Metragem dos Irmãos Guillaume Bros and Comp. e a realização de um programa dedicado à Sensualidade e Erotismo do suíço Bruno Hedera.

Destaque ainda para a comemoração dos 100 anos do manifesto futurista, que em 1909 proclama o cinema como uma das artes a ser desenvolvida, e dos 90 anos da Escola Bahaus. Muito do cinema vanguardista dos anos 20 é fruto deste movimento."



com roaming

01/02/2009

Muros Metafóricos

hoje revi o the wall na tcm.

continuo a achá-lo perfeito. principalmente no plano metafórico...

"The Memories. The Madness. The Music... The Movie."


24/12/2008

Feliz Natal!





(obrigada Vanessa e João por me darem a conhecer "isto".... AHAHAH)

02/11/2008

Sobre os filmes de Domingo

Há dias em que não apetece dizer nada, outros em que apetece dizer tudo, mas fica sempre a sensação de que muito do que dizemos não tem grande importância, porque descobrimos que não somos exemplo para nada, que não somos melhores do que ninguém, que somos, quanto muito, razoáveis e que o potencial que demonstrávamos redunda normalmente em nada, que o tempo passa por nós como passa por toda a gente e que no fim, vai tudo dar ao mesmo… que é nada.

Sendo assim, num dia em que muitas tretas passaram pela minha cabeça, fica aqui mais uma remessa delas, no embrulho pseudo-intelectual do costume, sobre os filmes de domingo.

Pensava o João:
Na vida real é mais difícil. Na vida real não só somos magoados como magoamos e não há final feliz que mitigue o sofrimento causado ao longo dos tempos. Experimentamos a nossa felicidade nos outros e apesar do nosso altruísmo, pensamos sempre e em primeiro lugar em nós. Admiro quem esquece, admiro quem ultrapassa os obstáculos que se vão colocando à frente sem olhar para trás – alguns nem sequer olham para o lado –, admiro também quem se conforma ou acerta à primeira e não precisa de tentar de novo, de destruir para construir, e admiro quem não chora. Cada vez estou mais convencido da nossa igualdade enquanto seres humanos e na nossa incapacidade em lidarmos com alguém para além da imagem deturpada que vemos no espelho. A comunicação, nomeadamente a que envolve formas de linguagem mais elaboradas como a fala e a escrita, é a maior conquista da espécie humana e poucos tendem a dar-lhe essa importância, embarcando por vezes em gritos mudos, amuos, zangas incompreensíveis por falhas que só nós vemos nos outros e depois, quando nos perguntam o que foi, o que se passou para estarmos assim, apenas respondemos um “nada”, como se fosse obrigatório compreender a evolução da nossa disposição. O que se segue é o ataque, uma resposta real a factos fictícios e é assim em todo o lado com toda a gente. É assim que nascem as discussões de namorados e as guerras entre estados.
Temos de apostar na sinceridade, na capacidade de pedirmos desculpa e aceitarmos os outros, enfim, num ecumenismo social trazido às relações humanas assente na aceitação e compreensão.

(João Freire)

27/10/2008

Quase

"Na minha próxima vida quero vivê-la de trás para a frente. Começar morto para despachar logo esse assunto. Depois acordar num lar de idosos e sentir-me melhor a cada dia que passa. Ser expulso porque estou demasiado saudável, ir receber a pensão e começar a trabalhar, receber logo um relógio de ouro no primeiro dia. Trabalhar 40 anos até ser novo o suficiente para gozar a reforma. Divertir-me, embebedar-me e ser de uma forma geral promíscuo, e depois estar pronto para o liceu. Em seguida a primária, fica-se criança e brinca-se. Não temos responsabilidades e ficamos um bébé até nascermos. Por fim, passamos 9 meses a flutuar num spa de luxo com aquecimento central, serviço de quartos à descrição e um quarto maior de dia para dia e depois Voila! Acaba como um orgasmo! I rest my case."

Woody Allen

Acho que foi a coisa mais interessante que este gajo disse um dia. Mas, não está perfeita. E neste caso, neste caso Woddy, não me devias ter feito a desfeita, de me voltares a tentar enganar com as tuas merdas a atirar para o filosófico que à primeira vista até parecem verdades inquestionáveis. Então quando dizes, "Por fim, passamos 9 meses a flutuar num spa de luxo com aquecimento central, serviço de quartos à descrição e um quarto maior de dia para dia e depois Voila!", certamente SÓ pensaste no tamanho do bebé, depois feto e a seguir embrião e células, mas o que também deverias ter questionado e que acaba por igualmente ficar mais pequeno é o útero da mamã, ao qual tu chamas de "quarto/spa". Logo, o quarto não fica maior porque o espaço é "ajustado" proporcionalmente ao tamanho do feto. O quarto, é assim do mesmo tamanho para ele, desde bebé a óvulo, e toda esta frase, e infelizmente, todo este texto perde um pouco porque tu és, invariavelmente demasiado sexista.

27/09/2008

Paul Newman

Uma homenagem ao actor numa cena onde nem sequer fala.

02/09/2008

Morreu o gajo das voz dos trailers

Donald LaFontaine (August 26, 1940 – September 1, 2008) was an American voice actor famous for recording over 5,000 movie trailers, television commercials, network promotions, and video game trailers. His signature voice was perceived as being both ominous and sonorous. Due to the sheer volume of trailer voiceovers LaFontaine recorded, he became identified with the phrase "in a world...", which has been used in movie trailers so frequently that it has become a cliché. He also parodied this cliché several times, more recently in a commercial for GEICO insurance.

LaFontaine stated that his favorite work in a movie trailer was for the hit biographical film The Elephant Man.


In Wikipedia


P.S. - Já tínhamos mostrado algum do talento deste senhor aqui

P.S. 2 - O site dele é http://www.donlafontaine.com/



É justo lembrar a imagem de um homem que ficou conhecido pela sua voz.

21/08/2008

Save Miguel

A tal arrogância que, segundo muitas fontes, me caracteriza, impulsiona-me a dizer algumas palavras que convençam o maior número possível de pessoas, que aqui venham ou passem, a ver este vídeo. Tais palavras podem nem ser suficientes, mas a verdade é que vale a pena. E vale a pena porquê? Primeiro , porque fala de Portugal (um vídeo sobre o nosso país é sempre interessante), depois, em segundo, porque tem um actor de Holywood facilmente reconhecível a falar de Portugal (aqui junta-se o orgulho nacional à equação) e por último, em terceiro, porque fala de uma causa nobre (também se convence muita gente apelando ao sentimento).
As razões estão esplanadas, o objectivo está proposto, a causa, essa, é que não revelo. Vejam, enquanto isto não é mais popular que o Nelson Évora após o ouro olímpico. Já agora, parabéns ao Nelson Évora, sempre foi uma das minhas apostas para uma medalha, tal como a Vanessa... e a Telma e o Emanuel Silva e o Ganchinho e a Naide! Pronto... e parabéns aos outros também, vá. Perder também faz parte.



Podem ver o resto da campanha aqui.
Por fim, apesar da minha arrogância, resta-me dizer que tive conhecimento desta causa aqui e aqui.

19/08/2008

O lado selvagem*

Há uma busca por autenticidade que nos escapa. E escapa-nos porque a própria busca redunda na falta de sentido. A busca do que é genuíno e do que é a nossa essência só tem sentido no valor que lhes atribuímos e na forma como tudo se imprime na nossa vida. Se damos valor a essa procura e se acreditamos que serve algum propósito nobre, como o da mudança ou do melhoramento, vale a pena, mas até que ponto? Se tudo há nossa volta é superficial, de que adianta a procura do profundo? Essa profundidade é uma meta ou uma fuga? Às vezes damos valor às coisas de espírito, ao que é essencial e humano – ao profundo, portanto - por falharmos nas coisas superficiais. Valorizamos a inteligência quando somos feios e quando não somos tentamos atribuir à beleza alguma profundidade na forma de um defeito que desenvolva carácter. Há até alguns que retraem a beleza por forma a sentirem-se melhor com o que são. Chegámos ao absurdo de menosprezarmos a beleza. O belo também há-de ter o seu valor, assim como o superficial. Se formos muito ao fundo não encontramos nada. Se escavarmos muito enterramo-nos ao mesmo tempo. Tudo no seu sítio. Tudo doseado. Viver a vida sem pensar no que os outros acham de nós, preocupados exclusivamente com o que nós achamos de nós próprios, do nosso percurso, será o ideal. Mas talvez sentirmo-nos bem com o que somos seja já um grande avanço.

(João Freire)

*este post inspira-se no filme com o mesmo nome, no qual é retratada uma viagem do tipo intimista à essência do personagem. No fundo, o filme deixa-nos a pensar se a procura e todos os sacrifícios que ele fez valeram a pena. Como é óbvio, só ele, a personagem à volta da qual gira a história - e que é baseada numa pessoa de verdade -, saberá dar a resposta.

Links da
Wikipedia e da IMDB

28/06/2008

Perfume de Mulher


A cena do tango de Gardel "Por una cabeza" com Al Pacino e Gabrielle Anwar.

22/04/2008

Sei o que quero, mas não sei se o diga

Diz-se por aí que devemos visualizar os nossos sonhos, que devemos saber o que queremos e dizê-lo ao nosso cérebro através de um texto que relemos ou de um quadro para o qual olhamos todos os dias. Será necessário fazer um projecto da nossa vida, centrado nos objectivos e sonhos, para que o cérebro o estruture nos processos a desencadear para nos guiar até ele. Pois bem, eu sou tão aberto às tretas new age como qualquer um e o raciocínio até me parece lúcido o suficiente para o fazer. Tanto que o fiz. Comecei a fazer isso no ambiente de trabalho do meu computador, colocando todas as coisas que quero emular ou conseguir ao longo da minha vida, mas reparei de imediato que ao fazer isso já estava com medo de ficar aquém daquilo a que me propunha e em vez de ambicionar ter, por exemplo, um super carro (um Porsche 911 Turbo, um Audi R8, um Mercedes C63 AMG ou um BMW M3), comecei a decrescer nas minhas exigências. "Para quê um Mercedes de 6 litros se um de 2 já é mais que suficiente!"
Ora… Há aqui um processo de readaptação que, por si só, já quererá dizer alguma coisa. Este plano só funcionará se formos conseguindo o que nos propomos ao longo do tempo, pois se as coisas começarem a ficar inevitavelmente para trás, pode dar-se o efeito contrário de depressão e insucesso constante. E se, por acaso, daqui a cinquenta anos olhar para o quadro que fiz e vir que não consegui nada daquilo a que me propunha? Será pior não ter expectativas ou ficar aquém delas?
A propósito desta discussão, lembro-me de um filme e, mais uma vez com muito trabalho para traduzir e legendar, desta cena:



E depois disto já não sei se deva fazer o tal quadro dos sonhos.
Será bom termos sonhos e objectivos, mas não sei até que ponto será útil concretizá-los como metas, que, quer se queira quer não, definirão o nosso sucesso enquanto indivíduos.

(João Freire)

Reaproveitado para o desafio de Novembro da Fábrica de Letras, subordinado ao tema "Sonhos".


P.S. - A cena é do filme Confessions of a Dangerous Mind, de George Clooney

12/04/2008

Hoje é o dia

Hoje, em estreia mundial...



01/02/2008

Sequência de abertura e cena do filme Panic Room de David Fincher



Como não existia no youtube, tive eu de fazer isto.

Para ver a execução da cena em Factos Val´nada clicar aqui

30/01/2008

Dolly Shots

Sometimes called TRUCKING or TRACKING shots. The camera is placed on a moving vehicle (Dolly) and moves alongside the action, generally following a moving figure or object. Complicated dolly shots will involve a track being laid on set for the camera to follow, hence the name. The camera might be mounted on a car, a plane, or even a shopping trolley (good method for independent film-makers looking to save a few dollars). A dolly shot may be a good way of portraying movement, the journey of a character for instance, or for moving from a long shot to a close-up, gradually focusing the audience on a particular object or character.

in http://www.mediaknowall.com/camangles.html

Basicamente é isto. Procurei isto porque vi uma cena no filme "The Last Days", de Gus Van Sant, que era assim. Nos extras do Dvd mostram como fizeram, o tempo que demorou e o trabalho que exigiu. Há outra muito famosa, que é a do filme "Panic Room", de David Fincher, em que a câmara atravessa várias divisões, um corrimão e até a pega de uma chaleira e que também pode ser chamada assim, mas que foi feita á base de efeitos especiais, e eu queria postar as duas no valnada.blogspot.com, mas como até agora (à hora da escrita deste post) ainda não arranjei nem uma nem outra, fica apenas a referência. Por acaso, nenhum destes dois filmes é um grande filme - daí apreciar a parte mais técnica do filme - mas são filmes para ver, feitos por grandes realizadores.

Explicação de como fizeram a cena do Panic Room

Parte 1



Parte 2

11/10/2007

Contra 2 factos, 1 argumento

1 - Não consegui carregar nenhum vídeo para o festival de Micro Filmes de Lisboa.
2 - Ambos os filmes tinham menos de 100 MB.

Argumento:
Eu fiz tudo bem, perdi tempo a converter ficheiros em AVI e a cortar frames e para não ultrapassar os 100 MB. Não resultou! Restam-me, por isso, duas razões, para o insucesso dos uploads. Uma delas poderá ter a ver com a minha ligação à internet, o que acho pouco provável, pois tenho 10 MB de velocidade de download e 30KB de velocidade de upload. Isto são valores muito bons. A não ser isto, será então por causa da merda da página do SAPO! E eu acho que é a merda da página do SAPO!

27/09/2007

O cinema

CINEMA - Sistema de reprodução de imagens em movimento, registadas em filme e projectadas sobre uma tela, usado como meio de expressão artística e comunicação de massa.

ORIGEM - Indícios históricos e arqueológicos comprovam que é antiga a preocupação do homem com o registo do movimento. O desenho e a pintura foram as primeiras formas de representar os aspectos dinâmicos da vida humana e da natureza, produzindo narrativas através de figuras. O jogo de sombras do teatro de marionetes oriental é considerado um dos mais remotos precursores do cinema. Experiências posteriores como a câmara escura e a lanterna mágica constituem os fundamentos da ciência óptica, que torna possível a realidade cinematográfica.

Jogos de sombras – Surge na China, por volta de 5.000 a.C. É a projecção, sobre paredes ou telas de linho, de figuras humanas, animais ou objectos recortados e manipulados. O operador narra a acção, quase sempre envolvendo príncipes, guerreiros e dragões.

Câmara escura – O seu princípio é enunciado por Leonardo da Vinci, no século XV. O invento é desenvolvido pelo físico napolitano Giambattista Della Porta, no século XVI, que projecta uma caixa fechada, com um pequeno orifício coberto por uma lente. Através dele penetram e cruzam-se os raios reflectidos pelos objectos exteriores. A imagem, invertida, inscreve-se na face do fundo, no interior da caixa.

Lanterna mágica – Criada pelo alemão Athanasius Kirchner, na metade do século XVII, baseia-se no processo inverso da câmara escura. É composta por uma caixa cilíndrica iluminada com uma vela, que projecta as imagens desenhadas numa lâmina de vidro.

Fonte: Webcine

13/09/2007

Teoria dos seis graus de separação


A partir de um estudo científico, criou-se o mito de que, no mundo, são necessárias no máximo seis laços de amizade para que duas pessoas quaisquer estejam ligadas. No estudo, feito nos Estados Unidos, buscou-se, através do envio de cartas, identificar o números de laços de conhecimento pessoal existente entre duas pessoas quaisquer. Cada pessoa recebia uma carta identificando a pessoa alvo e deveria enviar uma nova carta para a pessoa identificada, caso a conhecesse, ou para uma pessoa qualquer de suas relações que tivesse maior chance de conhecer a pessoa alvo. A pessoa alvo, ao receber a carta, deveria enviar uma carta para os responsáveis pelo estudo.

A popularidade da crença no fato de que o número máximo de passos entre duas pessoas é 6 (seis) gerou, em 1990, uma peça de nome "Six Degrees of Separation", de John Guare.

Um resultado interessante pode ser visto num jogo para a Internet denominado Oráculo de Bacon (The Oracle of Bacon). O jogo, criado por Brett Tjaden, um cientista da computação da Universidade de Virgínia, e mantido, atualmente, por Patrick Reynolds mostra como um ator, no caso Kevin Bacon, se relaciona com os demais artistas, sejam de filmes americanos ou não. Para exemplificar, a atriz Fernanda Montenegro tem um número Bacon de 3, obtido da seguinte forma: ela atuou em Joana Francesa (1973) com Jeanne Moreau; esta atuou com Eli Wallach em The Victors (1963) e, finalmente, este atuou com Kevin Bacon em Mystic River (2003). Já Carmem Miranda tem um número de Bacon de 2 e Mazzaropi, 3. Pode-se, também calcular a distância geodésica entre quaisquer pares de atores. Assim entre Fernanda Montenegro e Carmem Miranda, a distância é de 2 porque Fernanda Montenegro atuou em Mãos Sangrentas (1955) com Heloisa Helena, que por sua vez atuou em Alo Alo Carnaval (1936) com Carmem Miranda.

Fonte: Wikipédia

30/08/2007

A Eva criada pelo homem.

Lolo Ferrari, nascida Eve Valois (4 de Março de 1962 - 5 de março de 2000) foi dançarina e actriz francesa a quem foi dado o título de " a mulher com os maiores seios do mundo", apesar de serem artificiais.
Aos 17 anos, saída do liceu, Eve inicia uma carreira como modelo, e conhece Eric Vigne, um empresário de 39 anos que mais do que seu agente, iria ser também seu marido.
Apercebendo-se da necessidade de afecto sentida por Eve e da sua má relação com o corpo, Eric enconraja Lolo a mudá-lo.
Ferrari submeteu-se então a numerosas cirurgias plásticas para aumentar o peito e alterar o aspecto facial. O resultado é um cruzamento entre Pamela Anderson e Brigitte Bardot, e nesta altura faz alguns filmes pornográficos.
Entra para o Livro do Guiness como a mulher dos seios mais pesados, cada um com 2,8 Kg e 3 litros de Serum, usando um sutiã desenhado por engenheiros, especialmente para ela.
Como resultado de todas as operações, as dores físicas e psicológicas, eram apenas sustentadas, através de doses excessivas de medicamentos, drogas e álcool pelo meio.
Aos 35 anos, em 2000, Lolo morre na sua casa em Cannes, em circunstâncias ainda hoje desconhecidas.

Operações (que se sabem) a que esteve sujeita:

6 rinoplastias
4 cirurgias nos lábios
Injecções de silicone na testa
Injecções de silicone em ambas as faces
Injecções de silicone nos lábios
4-5 aumentos do peito (implantes)