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22/04/2009

Figuras de estilo 3/4

“Ó glória de mandar, ó vã cobiça/Desta vaidade a quem chamamos fama.” (Camões) - apóstrofe/invocação


“Para os vales poderosamente cavados, desciam bandos de arvoredos, tão copados e redondos, de um verde tão moço, que eram como um musgo macio onde apetecia cair e rolar.” (Eça de Queirós) - imagem


“…tão grande sandice é […] desprezar o estado das virtudes, e escolher o estado dos pecados, como seria se algum quisesse passar algum rio perigoso e tormentoso e achasse duas barcas: uma forte e segura e mui bem aparelhada, e em que raramente algum se perde, […] e outra velha, fraca, podre, rota em que todos se perdem, e alguns poucos se salvam”. (D.Duarte) - alegoria

"(...) e a Mãe Vilaça, abriu-lhe uns grandes braços amigos cheia de exclamações". (Eça de Queirós) - hipálage


“E crescer e saber e ser e haver/ E perder e sofrer e ter terror.” (Vinicius de Morais) - polissíndeto


"O Dantas fez uma Sóror Mariana que tanto podia ser como a Sóror Inês, ou a Inês de Castro, ou a Leonor Teles, ou o Mestre de Avis, ou a Dona Constança, ou a Nau Catrineta, ou a Maria Rapaz!" (Almada Negreiros) - enumeração

"Eu descoro, eu praguejo, eu ardo, eu gemo; /Eu choro, eu desespero (...)" (Bocage) - gradação


"À barca, à barca, oulá! que temos gentil maré!" (Gil Vicente) - elipse


“Tenho estado doente. Primeiramente, estômago – e depois, um incómodo, um abcesso naquele sítio em que se levam os pontapés…” (Eça de Queirós) - perífrase



todas as fotos foram retiradas daqui.

20/04/2009

Figuras de estilo 2/4

2/4

“Da luz, do bem, doce clarão irreal.” (Camilo Pessanha) - sinestesia



"Vivemos, raça, porque houvesse Memória em nós do instinto teu." (Fernando Pessoa) - anástrofe



“Joana flores colhia/Joana colhia cuidado.” (Bernardim Ribeiro) - quiasmo


“E agora José? A festa acabou/a apagou/o povo sumiu/a noite esfriou/e agora José? E agora Joaquim? /Está sem mulher/está sem discurso/está sem caminho…” (Carlos Drummond de Andrade) - paralelismo ou simetria

Toda a manhã/fui a flor/impaciente/por abrir. /Toda a manhã/fui ardor/do sol/no teu telhado. “ (Eugénio de Andrade) - anáfora


"Que saudade, gosto amargo de infelizes" (A. Garrett) - paradoxo



"E as cantilenas de serenos sons amenos." (Eugénio de Castro) - assonância



“Eu hoje estou cruel, frenético, exigente.” (Cesário Verde) - assíndeto


“O excomungado não tem queda para as letras.”(Aquilino Ribeiro) - metonímia




"Está começando a esta hora a apodrecer, não a perturbemos." (Eça de Queirós) - disfemismo




todas as fotos foram retiradas daqui.

19/04/2009

Figuras de estilo 1/4



“Vi, claramente visto, o lume vivo.” (Camões) - pleonasmo



“Também, choram [as ondas] todo o dia, /Também se estão a queixar. /Também, à luz das estrelas, /toda a noite a suspirar!” (Antero de Quental) - personificação

"Meu pensamento é um rio subterrâneo." (Fernando Pessoa) - metáfora



"Moça linda, bem tratada, três séculos de família, burra como uma porta: um amor!" (Mário de Andrade) - ironia


“Ali, àquela luz ténue e esbatida, ele exalava a sua paixão crescente e escondia o seu fato decadente.” (Eça de Queirós) - antítese


"Ela só viu as lágrimas em fio/que duns e doutros olhos derivadas/se acrescentaram em grande e largo rio.” (Camões) - hipérbole


"Era uma estrela divina que ao firmamento voou!" (Álvares de Azevedo) - eufemismo


“A rua […] parece um formigueiro agitado.” (Érico Veríssimo) - comparação


“Plácida, a planície adormece, lavrada ainda de restos de calor.” (Virgílio Ferreira) - animismo


Bang! - onomatopeia





(todas as imagens foram pirateadas daqui)

29/03/2009

Festival de curtas em família, parte II

Depois dos vídeos do Mercedes CLS, ficam agora os vídeos dos saltos Tandem (definição 1, definição 2) pelos respectivos autores (dos saltos e dos vídeos), em Évora no dia 22 de Março de 2009.

O trabalho difícil coube a Mário Pardo (Figo/Figuinho) e Carla, os camera Flyers, e João Oliveira (João Grande - sem ironia), o instrutor Tandem de ambos os saltos, da Skydive Experience. A música, com a excepção de um trecho orquestrado e executado por João Freire, coube a Fatboy Slim, com Right Here, Right Now e Pearl Jam, com Even Flow. Nós, johnny e ipsis, apenas editámos com o Movie Maker.

Sendo assim, sem mais links para pôr no texto...

Salto da ipsis

(carregar em HQ para melhor qualidade)



Salto do johnny

17/03/2009

segundo dia de férias (a coisa não está a melhorar)

Ontem à noite, (mais precisamente às 4 e tal da manhã de hoje) enquanto esperava pelo sono no sofá (às vezes acontece atrasar-se e dou por mim à espera dele ali) e após um curto zapping pela tv, dei por mim a ver isto na tvi, (ya, o zapping foi demasiado curto).
É claro que foram precisos 2 minutos (eu estava já a ficar tocada pelo sono) para perceber que aquilo não era mais que um pseudo-documentário demasiado parcial, querendo à força mostrar o lado "oculto/spooky/bu!" do Night Shyamalan e estéril, pois não está bem feito, não é credível, e percebe-se em tudo, mas principalmente no overacting de todos os personagens. Até o Jonnhy Depp se denuncia todo ao dilatar as narinas. Não houve margem para ilusões...
Ou seja, aquela porcaria que vi ontem, nada tem a ver com o que se seria de esperar, depois de anos antes F for Fake de Orson Welles ter conseguido ser um excelente falso documentário sobre um falso falsificador de arte.*

Só hoje, depois de procurar, percebo que este filme, foi apenas uma (e passo a citar): "silly, mostly fictional and overblown production meant to pique interest in The Village, which would be released in theaters shortly after."


Aqui fica a "entrevista" a Johnny Depp (no documentário, este teria sido o actor primeiramente escolhido para protagonizar o filme "Sinais", mas...)






*Quando Orson Welles nos diz no princípio do seu filme que aquilo é sobre falsidade, fraude e intrujice, segundos depois promete-nos que tudo o vamos ver na próxima hora é verdade, para logo a seguir aparecer uma imagem corrida de spam com a palavra "fake".
No final somos iludidos, como é óbvio. Ou não?

Senhoras e senhores, deixo-vos o charlatão-mor no seu F for Fake de 1974, em duas partes. [a primeira e a última. Por isso, para quem ainda não viu e quer ver, (mesmo que eu pense que não é por aí que devem deixar de querer ver este filme) é claro que há spoilers]



04/03/2009

Monstra 2009


O Festival de Animação Monstra, vai decorrer de 9 a 15 de Março, no Teatro São Jorge e no Museu do Oriente.

"Comemorando os 93 anos do Manifesto Dadaísta e os 90 anos da sua expressão inicial no Cabaret Voltaire, nesta oitava edição a MONSTRA volta a sua atenção para a Suíça, pais onde em 1916 o mesmo foi proclamado. Os precursores deste movimento estarão em evidência nas noites longas da MONSTRA 2009, marcadas pela tradição da tertúlia artística, com conversas, concertos, happenings e o espectáculo da arte em movimento.

Pela qualidade e diversidade dos cineastas de animação suíços e sucessivas gerações de artistas como Gisele e Ernest Ansorge, G. Schwizgebel, Brother Guiaumme entre outros, o país surge, assim, como convidado desta oitava edição. As retrospectivas de vários autores merecerão destaque na MONSTRA 2009 a par da exposição de originais de George Schwizgebel e da instalação interactiva de Otto Alder. Relevo ainda para estreia em Portugal da Longa Metragem dos Irmãos Guillaume Bros and Comp. e a realização de um programa dedicado à Sensualidade e Erotismo do suíço Bruno Hedera.

Destaque ainda para a comemoração dos 100 anos do manifesto futurista, que em 1909 proclama o cinema como uma das artes a ser desenvolvida, e dos 90 anos da Escola Bahaus. Muito do cinema vanguardista dos anos 20 é fruto deste movimento."



com roaming

27/01/2009

Que se f@d# a crise

Num mundo que torna tudo tão complicado, às vezes temos de manter as coisas simples

Where the hell is Matt?



Cenas cortadas




Para o desafio de Outubro da Fábrica de Letras, subordinado ao tema "Viagens".

15/01/2009

06/11/2008

Lisboa limpa?



"Há quem diga que nasceu nas antigas urbes romanas, outros encontram no antigo Egipto a génese do graffiti. Mas desde a pré-história que os homens escrevem nas paredes. Nos anos 70 «ele» renasce nos Estados Unidos, em Nova Iorque. Renasce e evolui, criando uma cultura própria, associada a outras áreas como, por exemplo, a música.

Os primeiros desenhos, ainda na década de 60, tiveram conotações políticas e chegaram a servir para definir o território de gangs. No entanto, a evolução trouxe novos sentidos, novos desenhos, novas mensagens.

«TOPCAT 126» é considerado um dos pais do graffiti em Nova Iorque e os seus primeiros trabalhos datam de 1969. Ao lado de «Julio 204» and «TAKI 183» lançaram a tinta. Como ignorar as carruagens e metros pintados de Nova Iorque nos primórdios do graffiti? Serviam para chegar mais longe e à maior quantidade possível de pessoas.

Nascido na rua

Renascido na «cultura de rua» o graffiti era uma de muitas expressões para quem vivia e comunicava na rua. Na maioria, comunidades pobres e excluídas socialmente. Hoje em dia, o fenómeno permanece exclusivamente urbano.

Ao contrário do que muitos pensam esta comunidade tem regras, que apesar de não estarem escritas são passadas entre gerações, e definem como e onde pintar. É consensual que há locais proibidos como, por exemplo, os monumentos ou outros desenhos.

O graffiti é praticado por «writers» (escritores) e cada um tem a sua própria «tag» (assinatura), que o distingue dos outros artistas. Todavia, também se agrupam em «crews» (equipas) para pintarem. Quando nasceu, o graffiti não era garffiti, os artistas perguntavam entre eles «let`s write something tonight?» (vamos escrever alguma coisa esta noite?). Mais tarde será o jornal New York Times a «inventar» a palavra graffiti que perdura até hoje.

Em Portugal, o «boom» do graffiti deu-se na década de 90. O mural das Amoreiras é, de certa forma, o símbolo do graffiti de Lisboa. Actualmente, encontramos várias formas de expressão dentro dos graffitis: tags; throw ups; hall of fame; crews; stencil e stickers.

Sobretudo jovens

Ainda considerada uma prática ilegal, o graffiti começa finalmente a ser aceite em alguns locais pré-determinados. Mas é o lado ilegal que ainda atrai os mais jovens às paredes. Têm tempo livre, podem pintar à noite e se forem apanhados, as consequências legais não são muito complicadas para os menores de idade.

Há cada vez mais zonas na capital salpicadas de cor. Mas outras cidades nacionais juntam-se a Lisboa como, por exemplo, Caldas da Rainha, Porto ou Almada.

O fenómeno vivido à escala mundial já teve direito a vários livros dedicados exclusivamente ao graffiti. Os melhores desenhos de Nova Iorque, Londres, Barcelona ou Berlim estão espalhados nas melhores livrarias, o que de alguma forma lhes concede um estatuto de arte.

Mas a opinião não é unânime. E, até entre os apaixonados pelo graffiti, há quem reconheça que alguns só «sujam» paredes. Falta «arte» em muitos rabiscos, riscos e nomes."


No que diz respeito à limpeza do Bairro Alto, que já começou, (e isto é a minha opinião pessoal) não haverá coisas, sei lá, mais importantes a fazer por Lisboa? Limpem e reconstruam os prédios decadentes que há por aí aos molhos, alguns até, embelezados por graffitis. Façam deles casas habitáveis. Falem com os proprietários e cheguem a um consenso... bem sei que dá mais trabalho que limpar uns quantos bonecos das paredes, mas para quem vem a Lisboa, (quem cá mora já está mais que habituado) acho que seria uma mensagem de boas vindas bem mais bonita. Lisboa é feia e velha e a culpa não é certamente dos graffitis! Limpem as ruas, parques e jardins, cobertos de merda que tanto gostamos de atirar para o chão. Somos dos países mais porcos do mundo e isso vê-se por toda a parte neste rectângulo que está a ficar sem cantos livres para tanto entulho! E não é com a limpeza das paredes do Bairro que se muda isso. Se passassem pelo Martim Moniz, (dou só este exemplo, porque aquilo parece uma auntêntica lixeira, e para quem passa a pé, arrisca-se a pisar de tudo um pouco) decerto pensariam de outra forma... ou talvez não.
(se na altura tivesse o meu tlm teria tirado uma foto para a enviar ao maluco que decidiu limpar o que não está sujo)

ps: é claro que há graffitis e graffitis. Tags e tags. E como em tudo, há que separar o trigo do joio.


05/10/2008

7 Artistas ao 10º Mês - Gulbenkian




Estive lá na vernissage. Não houve bebidas nem tampouco pastéis, rissóis ou outro tipo de aperitivos. Houve sim muita gente. Muitos amigos e mais desconhecidos.
Já tinha visto alguns trabalhos do João e do Jorge, mas as obras que foram expostas, não conhecia.
Fiquei deslumbrada com o mega "Coreto" do Jorge. Tudo o que se vê, pode ser mexido. Cada gaveta contém uma surpresa. E uma delas até a revista Playboy guarda.
Com o João, já estava habituada às suas manias obsessivas-compulsivas. Podem ver-se esculturas de objectos que antes foram outros objectos com outras finalidades que não estas que expõe.
E se olharmos atentamente para cada uma, para tentarmos ver falhas e enganos, erros e pormenores deixados ao acaso, é apenas uma tarefa inconsequente.



"Criada em 1997 pelo Centro de Arte Moderna com o propósito de revelar jovens artistas portugueses em início de carreira, numa altura em que escasseavam iniciativas desta natureza, a exposição 7 Artistas ao 10º Mês terá em Outubro a sua 6ª edição. De periodicidade bienal, expôs, ao longo desta primeira década, nomes que hoje são valores afirmados no panorama artístico nacional. A selecção dos artistas é confiada a um comissário a quem é concedida total liberdade para definir o conceito e os critérios de escolha dos artistas de cada exposição. A Newsletter falou
com Filipa Oliveira, a responsável pela edição deste ano, que nos explicou as premissas que estabeleceu para conceber esta exposição que abre portas no dia 3 de Outubro, na Fundação Calouste Gulbenkian. Uma mostra que promete surpreender.

(...)
Onde os descobriu?
A minha pesquisa desenvolveu-se em várias direcções. Falei com os directores das várias escolas de arte no sentido de conhecer os alunos que se tinham destacado nos últimos cinco anos, consultei os portfolios de candidatos a vários prémios de arte, informei-me também sobre os artistas que obtiveram bolsas de arte nos últimos anos, andei por pequenos espaços pelo país, fora dos circuitos expositivos mais óbvios. No fundo, todo o trabalho de comissariado que tenho desenvolvido nos últimos anos (como, por exemplo, no Prémio Ariane de Rothschild) permitiu-me o contacto com centenas de trabalhos de jovens artistas, servindo para realizar e fundamentar esta selecção. Esta mostra vai permitir dar a conhecer o seu trabalho.

(...)
O João Ferro Martins criou uma série de objectos muito diferentes entre si, que têm a música como fonte inspiradora: um contrabaixo danificado, fotografias de esculturas que realiza com moldes de objectos, como por exemplo de uma flauta partida. A peça central da sua peça é um “concerto” de homenagem a Ligeti em que soam 100 despertadores durante alguns segundos, duas vezes por dia. O efeito é quase ensurdecedor."

"Pianoforte" de João Ferro Martins.



Pormenor de "Pianoforte"
(Nem na página da Gulbenkian dizem as medidas, mas posso dizer que a parte mais alta do "piano", é da minha altura, um pouco mais alto, vá...)




"Por fim, o Jorge Maciel trabalha com objectos deitados no lixo, como móveis, bicicletas ou sapatos, transformando-os em objectos artísticos. Um coreto de tamanho real feito de vários móveis é a peça central da sua instalação. O interior do coreto estará repleto de objectos retirados do lixo e reciclados, animados por mecanismos que os fazem mover de um modo surpreendente."

Um mega "coreto" que mais parecia uma casa.


(Escusado será dizer as medidas desta obra. Uma vez que tudo aqui é em tamanho real)

Pormenor do "Coreto"



http://www.gulbenkian.pt/index.php?section=8&artId=980

(É pena mostrarem só uma foto de cada obra... mas pronto. Se querem ver mais, apareçam até dia 11 de Janeiro de 2009 na Gulbenkian)

19/09/2008

Nós temos os pacotes de açúcar Nicola e os espanhóis, o tabaco de enrolar Golden Virginia

"Mire donde mire veo lienzos en blanco, espacios vírgenes que me invitan a llenarlos de arte.
Mi nevera no iba a ser menos, es una expresíon de mi pasíon por los clásicos del cine."

Fridge Costumised by Elena Galani

A arte, a cultura, o desporto, o negócio... Futebol

O futebol também merece.
Dois momentos do futebol sem futebol:


"You´ll never walk alone"




"La mascote du Benfica"

08/08/2008

Museu Efémero de Lisboa

Espalhados por Lisboa, mais precisamente, pelo Bairro Alto, estão os stencils de vários street artists de renome, como é o caso de Dolk, Banksy e Coolture, devidamente catalogados e apresentados tal e qual como num museu a "sério". Mas tal como o nome diz, a efemeridade de muitos destes stencils é demasiado rápida. Alguns já quase não se percebem, de tão vandalizados estarem. O Macaco que Reza, de Dolk está coberto com tinta branca na zona das mãos e tags "rasca" espalhadas pela zona da cara.

Foi por acaso que eu e o Jorge demos com eles, quando passámos pelo Bairro ontem durante o dia. As fotos tiradas pelo Jorge vão ser postadas mais tarde. Mas enquanto isso não acontecer, mostro alguns dos stencils iguais aos de cá, mas feitos noutras paredes de outras cidades e é claro, mostro também o Museu Efémero de Lisboa, o primeiro do mundo.

Iguais aos de Lisboa:


Dolk - Monkey Prayer (em Lisboa, encontra-se na Travessa da Espera, perto do Bar Sétimo Céu - Bairro Alto)



Banksy - Poison Rat (em Lisboa encontra-se na Travessa da Espera, parede em frente ao de Dolk, junto a um degrau (a tinta por cá é laranja) - Bairro Alto)


Em Lisboa:


Coolture - s/título (Rua das Salgadeiras Nº4 - Bairro Alto)


Efeito Magenta - S/ Título ( Rua do Norte Nº 7 - Bairro Alto)



Itinerário do Museu
(carregar nas bolinhas rosa)

http://museuefemero.blogspot.com/2008_07_01_archive.html

22/07/2008

Afinal descobri isto.

"Due to all discussion going on on the internet and offline i would like to clarify a few things. This is made as my graduation project in Advertising and Graphic design at Beckmans College of Design. I think it's possible to realise the project for ream, but due to my extremely limited budget (about 20 000 SEK = 3 370 USD) that was not possible. Therefore, i have realised the idea in a fictional way. So, to be clear:
- This is fictional work
- DHL did not transport the GPS at any time.
- DHL has kindly allowed me to film parts of their facilities and distribution.
- This is a personal graduation project.
Also, there has been some discussions if this is a copy of another project - theworlismycanvas.com. That is not the case. This project was already in progress when theworldismycanvas went live.
All the best,

Erik Nordenankar."

O maior retrato do mundo.

Using a briefcase, a GPS device and the services of DHL, Erik Nordenankar has created a giant self-portrait on the map of the earth.
The art work spans 6 continents and 62 different countries and is a pretty impressive demonstration on the part of DHL.

21/07/2008

Como se faz um videoclip à base da captura 3d - House of cards - Radiohead

Scanners, análise de distâncias, Informação geométrica, geometria de terreno, etc.

08/07/2008

Dança

28/06/2008

Perfume de Mulher


A cena do tango de Gardel "Por una cabeza" com Al Pacino e Gabrielle Anwar.

26/05/2008

Arte

"Every portrait that is painted with feeling is a portrait of the artist, not of the sitter."

(Oscar Wilde)